Bohemian Rhapsody foi para as salas de cinema em 01 de novembro de 2018. Desde então, a vida e a obra de Freddie Mercury ganharam ainda mais fãs e o filme é um dos mais falados do momento.

De acordo com o jornal Metro, Mary Austin, a antiga noiva da estrela musical, lucrará cerca de 44 milhões de euros com a obra cinematográfica, que venceu recentemente o Globo de Ouro para melhor filme.

O valor em questão diz respeito aos direitos de autor e de imagem, uma vez que é uma das personagens com mais destaque no filme, que já rendeu mais de 600 milhões de euros e que é protagonizado por Rami Malek.

O cantor e a britânica conheceram-se em 1970. Chegaram a estar noivos, mas o noivado acabou quando o astro dos Queen lhe revelou que era bissexual. No entanto, a amizade e a forte ligação entre eles nunca acabou.  Atualmente, Mary é detentora de 75% das receitas da obra do artista.

Fonte: www.novagente.pt

O Rock in Rio trabalha para que a edição deste ano seja realmente uma das mais representativas do festival, tanto que o seu line-up já conta com grandes estrelas e uma noite destinada exclusivamente ao metal com nomes como Iron Maiden, Slayer, Megadeth e Anthrax.

E esse time de bandas de primeiríssima linha pode ganhar um elemento potencializador chamando Queen. Isso mesmo, a organização sonha com a vinda do Queen, que foi uma das principais atrações da primeira edição do evento, realizado em 1985.

A informação é da coluna do jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

E há fortes indícios sobre a vinda da banda, já que Queen + Adam Lambert estarão em turnê pela América do Norte entre os meses de julho e agosto. Como o Rock in Rio está programado para rolar entre 27 de setembro e 6 de outubro, parece que cabe perfeitamente na agenda do grupo.

Inclusive, amanhã, dia 11 de janeiro, completará exatos 34 anos do início do primeiro Rock in Rio. Naquele dia 470 mil pessoas viram os shows de Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Baby Consuelo e Pepeu Gomes, Whitesnake, Iron Maiden e… Queen. Não seria um dia perfeito para um anúncio?

No player abaixo você tem a performance do clássico “Love Of My Life” quando Queen + Adam Lambert marcaram presença na edição de 2015 do Rock in Rio. A música foi interpretada por Brian May e sua execução contou com a participação de Freddie Mercury no telão, sendo um dos momentos mais emocionantes do show.

 

Fonte:  https://www.radiorock.com.br

Para que o projeto seja realizado, precisamos atingir a meta da campanha e a participação dos fãs é fundamental. Apoie! Indique para os amigos e fãs da banda!

O livro que você terá em suas mãos preenche uma lacuna importante para os fãs brasileiros: a contextualização da discografia do Queen, faixa a faixa, escrita por um fã, pesquisador e músico. Com aproximadamente 280 páginas, o livro de Marcelo Severo será ilustrado com as capas dos discos e fotos históricas. Trata-se de uma obra obrigatória de uma das bandas internacionais mais cultuadas pelo grande público brasileiro.

O livro conta a história da banda tendo como fio condutor a sua discografia: sucesso a sucesso, disco a disco, canção a canção. Você vai conhecer muito mais sobre a essência da banda: as reais influências, curiosidades, detalhes musicais, o processo de gravação e principalmente entender o DNA do Queen, aquilo que faz a banda ser diferente de qualquer outra.

Propomos o seguinte exercício para você, fã e leitor: Localize no livro a sua música favorita do Queen e leia a respectiva seção. Em seguida, com a letra da mesma em mãos, ouça-a com atenção. Muito provavelmente sua experiência será bem diferente de suas audições anteriores, de forma que, após a leitura completa deste livro, você passará a “ouvir” Queen com outros “olhos”!

 

Você pode optar por receber o livro dentro de um box comemorativo exclusivo acompanhado do CD oficial do filme Bohemian Rhapsody e de uma camisa oficial do Tour de 75.

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A cinebiografia do Queen, Bohemian Rhapsody, surpreende e fatura os dois prêmios a qual concorria no Globo de Ouro, na categoria de Melhor Ator de Drama, com Rami Malek pelo seu papel de Freddie Mercury,  e na categoria Melhor Filme de Drama.

Estamos extremamente felizes em anunciar esses prêmios! Sou fã e estou sem palavras no momento, deixo apenas esse anuncio maravilhoso o orgulho não cabe no peito. Torcendo agora para que haja indicação ao Oscar e que haja vitória.

Em breve mais detalhes sobre o Globo de Ouro em nosso site!

GOD SAVE THE QUEEN

O The Voice Kids brasileiro, transmitido pela TV Glogbo, deu início a sua 4ª edição neste domingo (6), e em seu primeiro dia de audições a cega teve participante cantando Queen, Tita Stoll, de São Paulo, de apenas 9 anos encantou os jurados e o público ao cantar o sucesso ‘I want To Break Free’.

Carlinhos Brown elogiou a interpretação de I Want To Break Free e perguntou como Tita Stoll, de apenas nove anos, começou a gostar do famoso cantor Freddie Mercury.

“Meus pais ouviam muito e uma vez eu falei: mãe, eu quero ver isso. Em um ano teve uma peça em São paulo, o ‘We Will Rock You’ e aí eu fui assistir e eu gostei muito!” declarou Tita.

A participante teve duas cadeiras viradas, a de Carlinhos Brown e a de Cláudia Leitte, e ela escolheu integrar o time da cantora.

A nova geração está sendo garantida, é encantador ver as crianças tão envolvidas com Queen. Desejamos sucesso a Tita e ela já tem a nossa torcida no The Voice Kids.

Confira sua apresentação:

GOD SAVE THE  QUEEN!

Fonte: GShow

Ontem (4) foi divulgada a lista de indicados Producers Guild of America (PGA), prêmio do Sindicato de Produtores, um dos principais termômetros para o Oscar, tanto que na última década, apenas em dois anos, o vencedor do PGA Awards e o do Oscar não foram o mesmo filme, e Bohemian Rhapsody, cinebiografia sobre o Queen, entra na lista para concorrer a melhor filme.

Fato que acende ainda mais a esperança de todos nós fãs do Queen para que o filme Bohemian Rhapsody tenha ao menos uma indicação ao Oscar.

A premiação do PGA Awards acontecerá no dia 19 de Janeiro, em Los Angeles. Os indicados ao Oscar será divulgado no dia 22 de Janeiro.

Confira a lista completa dos indicados ao PGA Awards:

MELHOR FILME – (PRÊMIO DARYL F. ZANUCK)

Pantera Negra
Infiltrado na Klan
Bohemian Rhapsody
Podres de Ricos
A Favorita
Green Book: O Guia
Um Lugar Silencioso
Roma
Nasce Uma Estrela
Vice

MELHOR ANIMAÇÃO

O Grinch
Os Incríveis 2
Ilha dos Cachorros
WiFi Ralph: Quebrando a Internet
Homem-Aranha no Aranhaverso

MELHOR DOCUMENTÁRIO

The Dawn Wall
Free Solo
Hal
Into the Okavango
RBG
Three Identical Strangers
Won’t You Be My Neighbor?

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA – (PRÊMIO NORMAN FELTON)

The Americans
Better Call Saul
The Handmaid’s Tale
Ozark
This Is Us

MELHOR SÉRIE CÔMICA – (PRÊMIO DANNY THOMAS)

Atlanta
Barry
GLOW
The Good Place
Maravilhosa Sra. Maisel

MELHOR MINISSÉRIE – (PRÊMIO DAVID L. WOLPER)

American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace
Escape at Dannemora
Maniac
The Romanoffs
Sharp Objects

MELHOR FILME PARA TV OU STREAMING

Fahrenheit 451
King Lear
Meu Jantar com Hervé
Paterno
Sense8: Together Until The End

 

Fonte: Papo de Cinema

O filme biográfico do Queen, Bohemian Rhapsody, se tornou sucesso desde seu lançamento em novembro de 2018, quebrando recordes atrás de recordes, emocionando fãs e atraindo novos por toda parte do mundo, mas aos poucos vem deixado as salas de cinemas. A cinebiografia atraiu muitos elogios da parte do público, de pessoas que já eram fãs do Queen há muito tempo, de admiradores e até mesmo quem os conhecia superficialmente, as atuações dos atores principais agradaram a grande maioria e todas essas pessoas além de se encantarem com a grandeza do Queen, se emocionaram ao fim com a cereja do bolo: a apresentação do Live Aid, que fechou o filme com chave de ouro. Com todo esse sucesso, a produção de Bohemian Rhapsody irá lançar como extra do filme, a apresentação completa do Live Aid representada no filme, em DVD, Blu-Ray e plataformas digitais (iTunes, Amazon Video, Google Play e YouTube), contendo também entrevistas com os membros do Queen e o elenco. Os 20 minutos do show original realizado pelo Queen em 1985 no estádio Wembley, na Inglaterra, foi totalmente recriado pelo elenco do filme, apesar de não ter sido transmitido na íntegra nos cinemas, mas todos irão poder ter acesso através desses lançamentos, confira as datas:

Plataformas digitais: 22 de Janeiro de 2019
DVD e Blu-Ray: 12 de Fevereiro de 2019

Site oficial do lançamento: bit.ly/BohemRhapOfficial
(Não temos certeza de que o lançamento no Brasil seja simultâneo)

 

São 6 modelos, sendo 3 modelos diferentes do Freddie Mercury

 

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Brian May, guitarrista do Queen, lançou o vídeo oficial para “New Horizons”, primeiro single solo do músico em mais de duas décadas – o último havia sido “Why Don´t We Try Again”, extraído do seu disco solo “Another World” de 1998, confira abaixo.

A música, composta por Brian e Don Black e gravada em dezembro, é um tributo do guitarrista para a missão New Horizons da NASA, cuja sonda neste dia de Ano Novo vai se aproximar do Ultima Thule a cerca de 6,5 and #8203; and #8203;bilhões de quilômetros da Terra e, com isto, estabelecerá o recorde de objeto celeste mais distante já explorado pela humanidade.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Conforme já vinha sendo indicado pelos números parciais, “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia sobre o Queen centrada na figura de seu lendário vocalista Freddie Mercury, bateu todos os recordes e figura como a cinebiografia mais rentável da história do cinema tendo ultrapassado a casa dos US$500 milhões (mais de dois bilhões de reais) o que a torna a recordista absoluta neste gênero, já que a segunda colocada, “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.” arrecadou “apenas” US$ 200 milhões (aproximadamente 800 milhões de reais).

Até mesmo no Brasil o desempenho foi excelente, já que no nosso país o filme arrecadou cerca de 21 milhões de reais até o momento, um número bastante expressivo. E aproveitando a onda do sucesso, o Queen anunciou que fará uma nova turnê com Adam Lambert no vocal, inicialmente com 23 datas agendadas para a América do Norte, entre os meses de julho e agosto de 2019. Intitulada “Rhapsody” a turnê trará, além de Brian May, Roger Taylor e Adam Lambert, Spike Edney nos teclados, Neil Fairclough no baixo e Tyler Warren na percussão.

E uma postagem misteriosa feita pelo jornalista José Norberto Flesch em seu twitter pode indicar que há negociações sérias em andamento para shows no Brasil.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

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Apesar de ainda não estar em versão física nas lojas (que é a única versão que me interessa investir), já está disponível pelo Spotify a trilha sonora do filme Bohemian Rhapsody. Ou, se você quiser, o filme do Queen. esta trilha, apesar de existir por causa do filme, pode muito bem ser encarada também como mais um lançamento póstumo do grupo com Freddie Mercury, visto que, apesar de não ter nada de verdadeiramente novo em termos de material, tem versões nunca vistas ou nunca lançadas de clássicos da banda. Esta trilha sonora também se torna especial para o fã por ter a apresentação que fizeram no Wembley Stadium em 1985 no Live Aid. Além disso, é um ótimo ponto inicial para quem está conhecendo o Queen agora, e quer ir atrás de mais coisas. Sendo assim, vamos dar uma olhadinha nela.

A trilha abre muito bem com o tema da 20th Century Fox estilo Queen, foi bem legal de ouvir as guitarras de Brian May darem esse brilho. Só acho que ficou faltando o coro característico que a banda faz, aquele “ôôôôô” em coral que sempre soou tão bonito nas faixas em que os caras faziam com Freddie. Só isso, mas gostei. Depois dessa abertura, a gente tem alguns dos temas mais essenciais da banda que você pode imaginar, como a maravilhosa “Somebody to Love” do álbum A Day at the Races. Entre outros clássicos que constam nesta compilação em versão estúdio temos a ótima “Killer Queen”, faixa do disco Sheer Heart Attack, que é um dos discos da banda em comecinho de carreira.

E não podemos nos esquecer da obra-prima “Bohemian Rhapsody” do maravilhoso álbum A Night at the Opera, que tem sua versão aqui na trilha sonora compilada na íntegra, uma vez que no filme eles só mostram o comecinho dela e o restante é estilo making off de estúdio contando como ela foi concebida; aqui você, que é iniciante no Queen, vai ouvi-la com todos os mama mias e galileos que ela possui! Temos também as excitantes “Another One Bites the Dust” do álbum The Game, com aquele groove maneiro que o John Deacon faz no baixo, e “I Want to Break Free” do álbum The Works, mostrando aí algumas das importantes contribuições do baixista da banda, que hoje vive fora dos holofotes.

Ainda podemos ouvir a maravilhosa contribuição conjunta da banda com outra lenda, o saudoso David Bowie, “Under Pressure” do álbum Hot Space, considerado por muitos fãs como o disco mais fraco do grupo, opinião que eu até posso relevar, mas não dizer que seja terrível como alguns fãs suportam. Já ouvi bastante o disco, não é o melhor, mas tem um som legal, diferente.

Aqui também você vai ouvir outra obra-prima, considerada por mim como a música romântica mais perfeita que uma banda já foi capaz de conceber, a maravilhosa, a fantástica “Who Wants to Live Forever” do álbum A Kind of Magic, uma das músicas que fez parte da trilha sonora do filme Highlander. Só para entenderem como amo essa música, ela foi meu tema de entrada na minha cerimônia de casamento em 2012, eu fiz questão de que fosse a música com a qual eu fosse entrar na igreja, se não cantada, pelo menos orquestrada.

Terminando essa leva de canções clássicas compiladas, temos outra obra-prima, a sensacional “The Show Must Go On” do álbum Innuendo, considerada por muita gente como o epitáfio de Mercury, e não sem razão; eu fico arrepiado todas as vezes que escuto essa música na minha vida, e me arrepio ainda mais em tentar cantá-la com seu vocal exigente. Quando fui ver o filme no cinema, cantei todas as músicas da banda do começo ao fim do filme, e quando essa daqui surgiu lá nos créditos, aaaah, eu a entoei a plenos pulmões, tomando todo o cuidado para não desafinar ou dar falsete, e não estava nem aí para a galera da sala, eu estava tendo meu momento com o Queen, saboreando aquilo tudo, desafogando meu fanatismo pela banda. Os incomodados que saíssem da sala! Hehehe!

Agora, falando do material “inédito” (entre aspas mesmo, porque só é inédito pela remixagem e por figurar em disco agora), isso requer dois parágrafos, porque é bastante material. Primeiramente tem o tema de Alfred Newman, “20th Century Fox Fanfare” que eu já citei lá em cima, rearranjado pelo próprio Brian May; creio que só isso seja realmente inédito. Depois temos a música “Doing All Right… Revisited”, que na verdade quem canta aqui é Tim Staffell, porque esta versão foi gravada quando havia o trio Smile, um pouco antes do Queen e da chegada de Freddie Bulsara; mais tarde, esta música figuraria no primeiro álbum do Queen, já com vocais de Freddie.

Também temos aqui um registro ao vivo de um clássico do grupo, “Keep Yourself Alive”, tirado do Live at the Rainbow 74, registro que só nos foi disponibilizado em 2014, e que é da fase inicial da banda. Aliás, para quem tem curiosidade de ver o Queen em seus primeiros dias ao vivo, eu recomendo muito esse registro e o Live at the Hammersmith Odeon 75. Há também a ao vivo “Fat Bottomed Girls”, apresentação tirada do registro Bonsoir Paris 1979, muito embora nos créditos do CD apareça que é faixa não-lançada extra do álbum Jazz (o que não deixa de ser também), e eu sei disso porque sou fã da banda, aliás, nunca vi esse registro em vídeo ser lançado no Brasil.

E já que eu citei lá em cima o Hammersmith Odeon de 1975, aqui temos um registro ao vivo tirado dele, “Now I’m Here”. Podem ir atrás disso, é material muito bom! E aí vamos passar aqui no Brasil, onde temos o registro ao vivo de “Love of My Life”, de Janeiro de 1985, pouco antes do Live Aid; você deve reconhecer, se não, te garanto que a Gloria Maria se lembra direitinho, porque se embananou toda quando foi tentar entrevistar o Freddie nesta ocasião! Mais duas surpresas antes de irmos para o que eu considero o prato principal do disco, é a versão do filme de “We Will Rock You”, que pelo que me parece, junta a versão de estúdio do álbum News of the World com algo não lançado ao vivo dos anos 80, ou com vocais do Marc Martel que é um impersonator do Freddie, não ficou muito claro pra mim, mas eu sei que no filme, o Martel canta um pouco em algumas músicas. Por fim, temos “Don’t Stop Me Now… Revisited” uma versão nunca lançada de “Don’t Stop Me Now”, e que eu achei que ficou até mais legal do que a versão que ouvimos no disco Jazz.

E aí temos o prato principal: a performance nunca lançada em disco do show de 1985 no Live Aid! Não que seja algo realmente inédito, todo fã do Queen já viu esse show, minha filha de 2 anos e eu assistimos ele direto pelo Youtube e ela ama, ela chama o Freddie Mercury de “eeoo”, hehehe. Mas o show em si não é algo novo para fãs, porém é ótimo que finalmente tenhamos a chance de tê-lo em disco… ou quase. Se você é fã e já conhece, trata-se do mesmo show que você já ouviu, ou provavelmente esteve presente em 1985, dependendo de quem você seja, mas com a exclusão de algumas partes. Se não conhece, comece por aqui. Há a primeira parte de “Bohemian Rhapsody”, antes de começar a ópera, depois emendam com “Radio Ga Ga”, seguido do famoso número vocal do Freddie que rendeu o nome de “Ay-oh” e o apelido que minha filha pequena deu a ele; daí já soltam a poderosa “Hammer to Fall”, uma das minhas favoritas do Queen, seguida da clássica “We Are the Champions”. O que não foi incluso aqui foram as performances de “Crazy Little Thing Called Love” e “We Will Rock You”, mais o breve retorno de Freddie e May para executarem “Is This The World We Created…?”, e eu achei um grande erro não terem colocado esses momentos tão legais da apresentação. Fica aí a minha crítica, pois perderam a chance de terem incluso oficialmente o show clássico na íntegra.

Muita gente diz que esta é a apresentação mais importante na carreira do Queen, porém, eu não poderia discordar mais. É sim, excelente, apesar de curta, mas para mim, a mais importante e icônica de todas é a longa apresentação no mesmo estádio do Wembley que fizeram em 1986, e que rendeu um disco e um registro em vídeo. Mas enfim, questão de opinião.

De qualquer forma este lançamento tem coisas para os fãs do Queen (até mesmo para fins de completar a coleção de registros) e também serve para aquele cara que está descobrindo a banda agora e quer um breve resumo; a palavra-chave aqui é breve mesmo, BREVÍSSIMO, eu diria ainda. Serve também para aqueles que só querem a trilha sonora do filme, mas conselho de quem está nessa estrada já faz tempo: vão atrás de mais material da banda! Eu pessoalmente recomendo a caixa com a coleção Greatest Hits, chamada Platinum Collection, envolvendo as edições I, II e III. Lá sim tem muito mais coisa boa, e garanto que depois da Platinum Collection, se você não virar fã fanático do Queen, creio que não vira mais. Acredite, meu primeiro contato com o Queen NA VIDA foi com a compilação Greatest Hits II, e só essa já foi o bastante para eu, aos 15 anos de idade, me apaixonar loucamente pela banda. Comece aqui pela trilha sonora do filme, depois progrida daí, e seja feliz!

Bohemian Rhapsody: The Original Soundtrack (2018)
(Queen)

Tracklist:
01. 20th Century Fox Fanfare (arranged by Brian May)
02. Somebody to Love
03. Doing All Right… Revisited (performed by Smile)
04. Keep Yourself Alive (live at the Rainbow Theatre, London, Sunday 31 March 1974)
05. Killer Queen
06. Fat Bottomed Girls (live in Paris, France, Tuesday 27 February 1979)
07. Bohemian Rhapsody
08. Now I’m Here (live at Hammersmith Odeon, London, Wednesday 24 December 1975)
09. Crazy Little Thing Called Love
10. Love of My Life (live at Rock in Rio Festival, Friday 18 January 1985)
11. We Will Rock You (movie mix)
12. Another One Bites the Dust
13. I Want to Break Free
14. Under Pressure
15. Who Wants to Live Forever
Live Aid, Wembley Stadium, London, Saturday 13 July 1985
|| 16. Bohemian Rhapsody (live)
|| 17. Radio Ga Ga (live)
|| 18. Ay-Oh (live)
|| 19. Hammer to Fall (live)
|| 20. We Are the Champions (live)
21. Don’t Stop Me Now… Revisited (previously unreleased version)
22. The Show Must Go On

Selo: Hollywood / Virgin EMI

Queen é:
Freddie Mercury: voz, piano
Brian May: guitarra, voz
John Deacon: baixo
Roger Taylor: bateria, voz

Faixa 3 – Smile:
Tim Staffell: voz e baixo
Brian May: guitarra
Roger Taylor: bateria

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Seja no YouTube, no Spotify ou nas rádios, o Queen vive uma fase de popularidade maior até do que quando foi lançada “Bohemian Rhapsody”, em 1975, como parte do disco “A Night at the Opera”.

De acordo com dados levantados pela plataforma Playax, há um crescimento nítido de interesse pelo grupo de Freddie Mercury tanto no Spotify quanto no YouTube. A curva de crescimento nos serviços de streaming se dá justamente no período depois do lançamento do filme, que estreou primeiro no Reino Unido, no dia 24 de outubro, e posteriormente em outros países, como no Brasil, no dia 1º de novembro.

Gráfico mostra crescimento no Spotify e YouTube, respectivamente
Gráfico mostra crescimento no Spotify e YouTube, respectivamente

Uma semana após o lançamento do longa, por exemplo, o Spotify registrou o número de 22.383.653 execuções, enquanto o número foi de 3.140.074 no dia 1º de janeiro de 2018.

No YouTube, a comparação das mesmas datas também mostra um crescimento considerável. No primeiro dia do ano, títulos do Queen foram reproduzidos 206.625 vezes. Sete dias após o filme estrear nos cinemas, este número pulou para 702.062.

Em “Bohemian Rhapsody”, Rami Malek encarna o lendário Freddie Mercury. Ben Hardy (Roger Taylor), Gwilym Lee (Brian May) e Joseph Mazzello (John Deacon) completam os integrantes do Queen.

O filme passou por percalços: o diretor Bryan Singer (de “X-Men”) foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”) no meio das filmagens, após discordâncias criativas e denúncias de abuso sexual que surgiram contra ele.

 

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/

 

Bonecos são tradição natalina na região.

O vocalista Freddie Mercury, do Queen, políticos internacionais e jogadores de futebol foram alguns dos “homenageados” com representações como bonecos “caganers” em Barcelona neste ano.

Os “caganers” são bonecos retratados no ato de defecar e são geralmente colocados em presépios na Catalunha.

A tradição começou no século 18, com um boneco de terracota de um camponês agachado em seu campo, e está associada à fertilidade.

Mais recentemente, os bonecos retratam celebridades, numa forma de homenageá-las e de desejar prosperidade para o novo ano.

Fonte: https://g1.globo.com/planeta-bizarro

O canal do Queen no YouTube divulgou um vídeo com as melhores performances da banda. Como vem de uma fonte oficial, imagina-se que o próprio grupo – ou seus remanescentes ainda na ativa, Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria) – tenham feito a seleção de filmagens para a publicação.

 

Fontes: https://whiplash.net    –   Whatsapp Queen Net

 

 

Danilo Gentili utilizou as redes sociais recentemente para fazer uma análise sobre como a sexualidade de Freddie Mercury contribuiu para o sucesso do Queen. Em um post no Twitter, ele reconheceu que pelo fato de ser gay, o cantor conseguiu exprimir o seu carisma que conquistou o mundo.

“Eu tô revendo tudo do Queen aqui. O Freddy Mercury é um dos maiores entertainers que o mundo já viu e ele não teria sido metade do que foi se fosse hétero. Ele só foi foda desse jeito porque era gay. Tem coisas que só a viadagem faz por você e pela humanidade, bicho.”, iniciou o apresentador do The Noite.

O humorista seguiu a sua análise comparando o vocalista com os outros músicos da banda. “Você vê os outros caras do Queen, eram legais também e tal. Chegavam lá, tocavam suas guitarrinhas do jeito hétero deles e tal e boa. Mas foda mesmo era o Freddy.”

“É preciso um grau de viadagem alta pra ser foda daquele jeito. Nenhum hétero consegue incendiar a platéia assim.”, completou Gentili que dividiu opiniões dos seus seguidores e outros fizeram piada comparando ele com Mercury.

 

Fonte: https://observatoriog.bol.uol.com.br

 

Ator também falou dos trejeitos do músico em “Bohemian Rhapsody”

Muito se falou da dentadura que Rami Malek usou para viver Freddie Mercury em Bohemian Rhapsody, ainda mais com as primeiras imagens liberadas do filme.

Agora, o ator falou um pouco sobre as dificuldades de viver o vocalista do Queen, principalmente físicas. Em entrevista ao The Wrap (via Louder Sound), Malek revelou como foi trabalhar com o acessório.

 

Eles começaram sendo muito difíceis de lidar. Nós experimentamos todos os tamanhos diferentes e quando eles entraram pela primeira vez eu me senti muito inseguro, mas imediatamente eu compensei. Fisicamente, comecei a me sentar com mais postura e elegância e pensei: ‘Ah, ele é tão elegante!’ Você o vê cobrindo os lábios e os dentes o tempo todo, e eu nunca consegui pegar o jeito. Mas assim que esses dentes entraram, foi feito. Foram pequenas coisas que foram muito informativas para mim.

 

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

 

Unindo duas paixões, a música e astronomia, o guitarrista Brian May lançará a música “New Horizons” no dia 1º de janeiro de 2019 diretamente da sala de controle da agência espacial Nasa. Este é o primeiro single solo que o músico do Queen lança desde “Why Don’t We Try Again”, de 1998.

A faixa é uma homenagem justamente para a missão “New Horizons”, cuja espaçonave atingirá seu ponto mais distante justamente no Ano Novo. “Esse projeto me deu uma nova energia. Para mim é muito empolgante juntar duas parte da minha vida, a música e astronomia”, afirmou o músico, que também tem um doutorado em astrofísica, para o site NME.

“Todos têm entregado tanta energia para essa missão desde seu lançamento em janeiro de 2006 que eu me sinto dentro do veículo”, afirmou o músico.

 

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/

 

 

Rami Malek disse que ficou preocupado com o figurino, mas no fim do filme ‘Bohemian Rhapsody’ pediu uma roupa igual para levar para casa

Ao final das filmagens, Malek disse a seu figurinista que queria uma réplica feita de malha em vermelho rubi. “Ele começou a rir porque sabia que desde o começo eu tive dificuldades com essa roupa”, acrescentou o ator. Rami Malek, que é mais conhecido por seu papel na série ‘Mr. Robot’, também disse que se preparou para a transformação física usando dentes falsos, e engordando e emagrecendo para retratar os diferentes estágios da vida de Freddie Mercury.

Freddie Mercury e Rami Malek (Foto: Getty Images / Divulgação)
Fonte:https://revistamonet.globo.com

Líder do Queen passou a infância em um internato na Índia, onde começou a mostrar seu talento no The Hectics, sua primeira banda

Fonte: https://brasil.elpais.com