A trilha sonora do filme “Bohemian Rhapsody” deu ao Queen a sua mais alta posição na parada de álbuns da Bilboard desde 1980, ao atingir a terceira posição.

O disco, que apresenta faixas clássicas juntamente com o áudio (jamais lançado antes) da aparição triunfante do grupo comandado por Freddie Mercury no Live Aid em 1985, vendeu 59.000 unidades na semana passada, segundo divulgou a Billboard.

O resultado assegurou o maior impacto do Queen no mercado fonográfico desde o lançamento de “The Game”, que há 38 anos apresentou ao mundo clássicos como “Another One Bite the Dust” e “Crazy Little Thing Called Love” e passou cinco semanas no primeiro lugar.

As coletâneas “Greatest Hits I II & III: A Platinum Collection” saltou da posição de 194 para o top 9 na parada, registrando a primeira vez que o Queen leva dois álbuns ao top 10. Outra façanha ficou por conta de “Greatest Hits” que também subiu no chart, do número 71 pra o 48.

O gráfico da Billboard 200 classifica os álbuns mais populares da semana nos Estados Unidos com base no consumo multi-métrico, medido em unidades de álbuns equivalentes. As unidades são compostas de vendas de álbuns físicos e streaming.

 

Fonte: 89 FM a Radio Rock 

Já é possível dizer que “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia sobre o Queen, é um verdadeiro sucesso de bilheteria. O filme liderou o ranking de faturamento nos cinemas brasileiros pela segunda semana consecutiva.

De acordo com a comScore, empresa que monitora o mercado cinematográfico, ¨Bohemian Rhapsody¨ arrecadou R$ 7,9 milhões entre quinta-feira (8) e domingo (11). Foram vendidos 415,5 mil ingressos durante o período.

No total, o faturamento de “Bohemian Rhapsody” no Brasil é de R$ 20,87 milhões, com 1,15 milhão de ingressos comercializados. Os números mundiais também impressionam: em seus primeiros 10 dias de lançamento, o filme arrecadou mais de US$ 100 milhões em todo o planeta.

Com direção de Bryan Singer e produção executiva do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor, “Bohemian Rhapsody” conta com as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor).

 

Fonte:  https://whiplash.net/

 

 

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Fonte: https://super.abril.com.b

Uma das cenas mais marcantes de Wayne’s World – no Brasil lançado sob o nome “Quanto mais idiota melhor” – acontece bem no início do filme, quando a dupla de nerds roqueiros Wayne Campbell e Garth Algar (vividos por Mike Myers e Dana Carvey) com alguns amigos batem cabeça ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen:

A cena fez tanto sucesso que o Queen, que na época (início dos anos noventa) estava meio em baixa nos Estados Unidos acabou atingindo o segundo lugar das paradas com a canção: “Eu não conhecia Mike Myers. Ele me ligou de repente e contou que haviam filmado esta sequência para o filme e pediu autorização, além de pedir para mostrar para o vocalista Freddie Mercury, que estava no fim de sua vida.

Levei para Freddie, que estava confinado na cama, mostrei para ele que amou. O detalhe é que o humor era uma piada interna nossa, fazíamos este tipo de coisa no nosso carro, agitando com as nossas próprias músicas!” disse anos depois o guitarrista Brian May.

Em 2014, Mike contou durante uma entrevista que a famosa cena por pouco não aconteceu já que ele queria que fosse usada a canção do Queen mas os produtores insistiam em uma música do Guns N’ Roses. “Eles eram muito populares naquela época, bombavam na MTV e é uma banda fantástica, enquanto o Queen estava meio esquecido, mas eu sempre amei ‘Bohemian Rhapsody’, acho que a música é uma obra-prima, daí lutei muito pra que ela fosse usada, cheguei ao ponto de dizer que eu estava fora se ela não entrasse”.

E agora em 2018, na recém-lançada biografia do Queen, intitulada “Bohemian Rhapsody”, Mike Myers, que voltou às telas após dez anos, faz o papel de Ray Foster, um executivo da gravadora EMI que rejeita lançar a canção por considerar que ela não tem apelo popular. Na cena reproduzida abaixo, Mike reclama da longa duração de seis minutos e Freddie, interpretado por Rami Malek, retruca: “Tenho dó de sua esposa, se você acha que seis minutos é muita coisa”.

Fonte: https://whiplash.net

 

 

O filme Bohemian Rhapsody foi um dos temas do Fim de Expediente, programa da CBN, desta sexta-feira, 09-11-18.

Enquanto sua vida arrasa nas bilheterias com ‘Bohemian Rhapsody’, o melhor amigo de Mercury no grupo vive outro tipo de sucesso

Há alguns dias alguém o viu. Vestia um pulôver azul de lã tricotada e calças de veludo cotelê. Calvo, com cabelo grisalho nos lados e barriguinha. Fumava um cigarro apressadamente, até a bituca. Um homem de 67 anos, taciturno, discreto, passeando perto de sua casa, no tranquilo parque Greenwich, no sudeste de Londres. A poucos metros dali, as pessoas iam em massa a ver o filme de maior bilheteira do momento, Bohemian Rhapsody. Ele é um dos protagonistas, mas está há muito tempo longe dos holofotes, mais de 20 anos. Não quer saber de nada. Chama-se John Deacon, foi o baixista do Queen e o compositor de canções cruciais do grupo, como Another One Bites the Dust e I Want to Break Free.

Dizem os vizinhos desse ex-rock star que ele às vezes é visto no supermercado do bairro. Poucas. O fato é que é difícil associar esse quase setentão com aquele músico que atuava em estádios lotados. Vive com sua esposa, Veronica Tetzlaff, com quem teve seis filhos, que criou no mesmo bairro do sul de Londres onde mora até hoje. Estima-se que a fortuna de Deacon supere meio bilhão de reais. E aumenta a cada ano, graças aos direitos autorais. Entretanto, vive absolutamente afastado dos luxos que poderia se permitir.

Para conhecer a personalidade de Deacon, é muito revelador assistir a um vídeo que alguém gravou e publicou no YouTube. Deacon é abordado na rua por seguidores do grupo. O baixista, surpreso, começa a dizer: “Oh, sinto muito, sinto muito”. Em um dado momento, tampa o rosto com as mãos, não para impedir que o filmem, mas por pura vergonha. Está passando por maus bocados. Alguém do grupo de seguidores chega a dizer: “Deixem-no em paz, por favor”. E a verdade é que os fãs são bastante civilizados. Deacon no final sorri, mal abre a boca e, surpreso, dá autógrafos.

John Deacon (Leicester, Inglaterra, 1951) foi o último a chegar ao grupo, em 1971, quando fazia o curso de eletrônica no Chelsea College de Londres. Amigos comuns apresentaram os três jovens, ex-membros do grupo Smile, que acabavam de formar o Queen e estavam procurando um baixista. Ofereceram-lhe um teste, e aquele dia mudou sua vida. Taciturno, tranquilo e introvertido, os clichês que costumam ser associados aos baixistas se tornavam realidade. Esses traços da sua personalidade foram muito apreciados pelo resto do grupo, por entenderem que esse caráter –”Sempre teve os pés no chão”, diria o guitarrista Brian May anos depois – casaria bem com o temperamento, digamos mais expansivo de seus colegas.

Os anos seguintes foram o relato de uma ascensão para o sucesso balizado por pontos álgidos na forma de megahits como Bohemian Rhapsody, turnês que mudaram para sempre a concepção do rock-de-estádio e álbuns múltiplos de platina. Além dos já citados Another One Bites the Dust e I Want to Break Free, Deacon compôs com Mercury os temas You’re My Best Friend e Friends Will Be Friends, e sua colaboração em outros, como Under Pressure (esse pegajoso som do baixo inicial), é imprescindível. Sua afeição pela eletrônica o levou a construir o deacy amp, um amplificador de guitarra que dotaria o grupo de um som único e reconhecível. Enquanto isso, Deacon lançou um álbum como solista em 1986 e criou um grupo paralelo, The Immortals, com o qual gravou um único single.

John Deacon passeia por seu bairro, na zona sudeste de Londres, numa imagem recente.
John Deacon passeia por seu bairro, na zona sudeste de Londres, numa imagem recente.GTRES

O nível estratosférico de fama que o Queen alcançou a partir de 1975 foi, nas palavras do próprio Deacon, “difícil de administrar”. Para Phil Sutcliffe, autor de uma completa biografia sobre o grupo, “o Queen era uma associação muito volátil entre três personalidades explosivas; e então havia John, que era o tranquilo. Tinha formado sua família muito cedo, em 1975, e era sobretudo um homem de família”. Aliás, especula-se que um dos motivos do rompimento com a Trident, sua primeira gravadora, foi que esta não emprestou dinheiro a Deacon para comprar sua casa com a esposa.

Ser “um homem de família” não impediu o baixista de viver intensamente a experiência completa de um astro do rock. Segundo descreve o Daily Mail, Deacon teve, como outros membros do grupo, problemas com o álcool. Durante uma festa em julho de 1986, “a altas horas da noite, John deslizou em silêncio da sua cadeira e foi parar embaixo da mesa. Depois de um momento retornou. Era muito típico de John, gostava de beber”, afirma o jornal.

Tudo mudou em 24 de novembro de 1991, quando Freddie Mercury morreu em consequência da AIDS. John Deacon talvez tenha sido o mais afetado do grupo. John e ele tinham uma relação particularmente estreita, com o solista fazendo as vezes de seu protetor, e a dor de sua perda e a falta de sentido em seguir com o grupo o levaram a uma depressão. O sempre introvertido baixista tocou com seus colegas May e Taylor no show-tributo a Mercury em 1992, terminou junto a eles o último álbum da banda, Made in Heaven, e participou também de No-One But You, o único single do grupo sem Mercury, lançado em 97. Depois, o silêncio.

Enquanto o guitarrista Brian May (Londres, 1947) e o baterista Roger Taylor (Norfolk, Inglaterra, 1949) continuam atuando de forma periódica e se mantêm como cabeças visíveis do legado do grupo, seja como convidados na estreia do filme Bohemian Rhapsody ou apadrinhando o musical We Will Rock You, Deacon não faz aparições públicas, não dá entrevistas e nem sequer mantém contato com seus ex-colegas de fama. Brian May reconhece que só mantêm relações por motivos econômicos (e com intermediários) e de gestão do legado do Queen. Taylor diz: “Não estamos em contato porque John é realmente um sociopata. Deu seu aval ao que Brian e eu podemos fazer com a marca Queen. E claro que aproveitamos muito bem”. E May acrescenta: “É sua escolha. Não se mantém em contato conosco. John era bastante delicado desde o começo”.

John Deacon com seu amigo Freddie Mercury num show do Queen nos anos setenta.
Não há como negar essa última declaração. O Queen continua sendo um dos ícones mais rentáveis da música pop, seja em forma de merchandising, com os shows, o musical, os direitos de autor de canções que continuam tocando no rádio e televisão, ou com a recente estreia do filme Bohemian Rhapsody, cujo sucesso demonstra que o interesse do público pelos britânicos está longe de se esgotar. Em 2014, os lucros gerados pelo Queen foram equivalentes a 236,6 milhões de reais, pelo câmbio atual.

Graças aos seus anos no grupo e a essa gestão de seus ex-colegas, digna de um magnata dos negócios, John Deacon, o anônimo aposentado pai de família numerosa, com cabelo grisalho e camisa xadrez, hoje possui uma fortuna. “Meus hobbies são beber chá e ter filhos”, diria numa entrevista anos atrás. O golfe desponta hoje como outro de seus grandes interesses. Tudo longe do estilo de vida excessivo que levou no passado.

O anonimato e a tranqulidade de um dos sobreviventes de um legado desses podem ser considerados seu maior sucesso na vida.

 

Fonte: https://brasil.elpais.com

 

A banda Queen Tribute Brazil apresenta o show ‘Dont Stop Me Now’, neste sábado, dia 10, no palco externo da unidade mogiana do Sesi, em Braz Cubas. A atração proporciona uma completa imersão no repertório de uma das maiores bandas da história do rock internacional. Com classificação livre e entrada gratuita, o espetáculo acontece a partir das 19 horas e os ingressos devem ser reservados.

A apresentação revive clássicos eternos do Queen como ‘We Are the Champions’, ‘We will Rock You’, ‘I Want to Break Free’, ‘Love of my Life’, ‘Who Wants to Live Forever’ e ‘Somebody to Love’. Além dos riffs e letras que se tornaram hinos de gerações a fio, a apresentação conta com a fiel interpretação do vocalista Adauto Lee.

Formado em 1991, o Queen Tribute Brasil tem realizado turnês e feito participações especiais em eventos como o ‘Queen’s Day’. Para brindar o projeto, em 1992, o guitarrista da formação original do quarteto, Brian May, na ocasião de sua passagem pelo Brasil em turnê do seu álbum solo, elogiou as gravações que ouviu da banda cover. Os integrantes são Adauto Lee, Reinaldo Kramer, Maurity Bernardes, Cição e Danilo Berlintani.

 

Fonte:  https://www.odiariodemogi.net.br

Foi revelado que Adam Lambert participa do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história do Queen e de seu lendário cantor, Freddie Mercury.

A curta cena pode ser vista abaixo. Nela, Freddie liga de um telefone público para sua noiva, Mary Austin, e em seguida aparece Adam disfarçado com cabelos longos, bigode e um boné estilo caminhoneiro, confira.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

 

Concerto revisita os sucessos do Queen nesta sexta-feira. A apresentação terá orquestra ao vivo e maestro no palco, além da participação do grupo Magic Queen

Para reviver os clássicos de uma das maiores bandas da história do rock mundial, Teresina recebe no dia 07/12/2018 no Theresina Hall às 22:30 o espetáculo “Queen Experience In Concert”. O concerto apresenta 25 integrantes, orquestra ao vivo e maestro no palco, além da participação da banda Magic Queen, banda de tributo ao Queen no Brasil.

A apresentação não traz apenas um tributo, mas uma imersão musical aliando o rock com a música erudita, uma mistura que há tempos já faz sucessos nos meios do rock n’ roll como os DVDs de bandas como Kiss e Metallica in Concert. O concerto é formatado para 80 minutos de apresentação.

O perfil idêntico – vocal e físico – do vocalista André Abreu com o líder do grupo britânico, Freddie Mercury, impressiona. No repertório do show estão sucessos como “Bohemian rhapsody”, “We will rock you”, “We are the champions”, “Crazy little thing called Love”, “Another one bites the dust”, “Flash Gor¬don”, “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “I want to break free”, “A kind of Magic”, “The show must go on”, “Love of my life”, “Some¬body to love” e muito mais.

 

Long live the Queen! Chegou aos cinemas o filme biográfico de uma das maiores bandas de rock da história. Natália Bridi, Thiago Romariz e Patrícia Gomes comentam o filme e contam suas impressões na resenha em vídeo do site Omelete, que pode ser assistida abaixo.

 

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

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Freddie Mercury não só ganhou uma cinebiografia, com a trajetória detalhada da banda Queen, como estreiou lucrando quase o valor total gasto para a produção do longa (US$ 52 milhões) já no primeiro final de semana, segundo a revista Forbes. Porém, o sucesso do filme “Bohemian Rhapsody”, que chegou ao Brasil na última quinta-feira (1), não foi unânime.

A fim de retratar todas as facetas de Mercury, em algumas cenas o cantor aparece se relacionando com outros homens – como aconteceu na vida real -, além de mulheres. Mas a bissexualidade do cantor foi recebida, em algumas sessões de cinema, com vaias e ofensas, como contaram alguns usuários do Twitter.

Que doidera ler que teve gente em sessão de ‘Bohemian Rhapsody’ vaiando quando tinha cena de flerte/beijo LGBT. Os caras foram para o cinema assistir um filme sobre o FREDDIE MERCURY esperando O QUE exatamente?”, indagou uma usuária, que foi respondida mais de 200 vezes por pessoas contando que presenciaram situações semelhantes.

Na sessão que a minha mãe foi gritaram “Bolsonaro vai pegar vocês” na cena do beijo. “O pior de tudo é que todo mundo riu”, contou uma das jovens.

Alguns foram mais radicais e não terminaram sequer de assistir ao filme. “Tinha um cara na minha sala que na hora do beijo falou “ah isso não” e saiu tipo???”, explicou outra seguidora sobre o que presenciou no cinema.

Fonte: https://mdemulher.abril.com.br

 

 

Canal do Youtube “Taverna Nerdeste” faz análise do filme Bohemian Rhapsody

 

Agradecimentos a Hugo Lima

O programa “Hora de Expediente”, da CBN, comentou sobre o filme e sua estreia que lidera as bilheterias. O programa tem a participação de: Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina.

 

Fonte: www.cbn.com.br

O filme biográfico do Queen que chegou aos cinemas brasileiros no dia 1º de Novembro, foi um sucesso de bilheteria em sua estreia no Brasil e pelo mundo. Recentemente o guitarrista da banda, Brian May, publicou imensamente orgulhoso em sua rede social uma listagem de países, incluindo Brasil, onde o filme chegou fazendo total sucesso, confira:

“Eu não costumo publicar coisas assim. Mas este é um momento excepcionalmente emocionante. Nosso filme Freddie foi direto para o número 1 no Reino Unido na semana passada, e neste fim de semana ele tocou em 4.000 telas nos EUA, tornando-se facilmente o melhor filme lá. Agora vemos este resumo do resto do mundo. A BOHEMIAN RHAPSODY é o Número Um em todos os territórios em que foi aberto até agora. Incrível. As partes mais interessantes são os comentários à extrema direita se você aumentar o zoom. Um milhão de agradecimentos a todos vocês que correram para vê-lo e riram e choraram e gritaram de alegria conosco, como você nos disse. Estou impressionado com os seus comentários – desde “É o melhor filme que já vi” até “Chorei 50 vezes” … O que sempre quisemos foi que o filme tocasse nas pessoas e as inspirasse. Você está nos dizendo que é isso que faz. Isso é bom o suficiente. Boa noite e bons sonhos todos. Alguns sonhos se tornam realidade. Aqui está esperando que você faça. Mas tenha cuidado com o que você deseja !!! Bri” declarou o guitarrista em seu Instagram pessoal (@brianmayforreal).

A cinebiografia arrecadou R$ 9,6 milhões com mais de 500 mil ingressos vendidos, alcançando o primeiro lugar nas bilheterias em sua estreia no Brasil, ficando a frente do também estreante ‘O Quebra Nozes E Os Quatro Reinos, que faturou R$ 6,1 milhões e teve público de 347 mil pessoas, e a nova versão do terror ‘Halloween’, que rendeu R$ 4,7 milhões e teve 279 mil espectadores (dados retirados entre o dia 1º de Novembro e dia 4).

O longa mostra a trajetória do grupo nas décadas de 1970 e 80, e a relação turbulenta do vocalista Freddie Mercury com os outros músicos durante os quase 20 anos em que esteve à frente do Queen.

Bilheteria nos EUA

No chamado mercado doméstico (Estados Unidos e Canadá), “Bohemian Rhapsody” também liderou na estreia com faturamento de US$ 50 milhões. Ao todo, o filme já acumula uma bilheteria global de mais de US$ 140 milhões.

É sucesso! We are the champions, my friends! God save the QUEEN!

Fonte: Instagram Brian May, e G1

 

Desde que Freddie Mercury morreu, quase 27 anos atrás, não se via o ídolo tão real. O ator Rami Malek incorpora cada extravagância e sutileza do comportamento de Freddie no filme “Bohemian Rhapsody”. Ele está colecionando elogios dos críticos e já é apontado como candidato ao Oscar em 2019.

O longa mostra a trajetória da banda britânica Queen nas décadas de 1970 e 1980, e a relação turbulenta do vocalista Freddie Mercury com os outros músicos durante os quase 20 anos em que esteve à frente do grupo.

Rami Malek conversou com o Fantástico em Los Angeles, nos Estados Unidos, e contou que pediu para usar uma espécie de “dentadura” com dentes salientes, como os que Freddie Mercury tinha.

Fonte: globo.com

Bohemian Rhapsody, cinebiografia do cantor Freddy Mercury que conta a história da formação do Queen, já chegou aos cinemas e tem agradado os fãs do artista e de sua famosa banda.

Entretanto, nem tudo são flores nessa história. Algumas pessoas reclamaram, com razão, de algumas alterações que o longa fez na história real de Mercury. Devido a isso, listamos todos os fatos da história da banda e seu vocalista que o filme modificou logo abaixo:

O show do Live Aid realizado pelo Queen foi muito importante para Freddy Mercury, pois logo após o evento, o cantor começou uma relação com Jim Hutton e resolveu revelar sua sexualidade para a família. Entretanto, no filme, é exatamente após esse show que Freddy descobre que tem AIDS.

Acontece que no mundo real o cantor só foi saber que possuía o vírus do HIV dois anos depois do show, em 1987 e ele só revelou isso ao público em 1991.

O filme também faz os fãs presumirem que a música Who Wants To Live Forever foi escrita por causa da doença de Mercury, quando na realidade ela foi escrita para o filme Highlander.

As mudanças no Live Aid

Por falar no Live Aid, o evento de fato foi importante para o Queen, mas nem por isso foi tido como um ponto final para a banda. O fato é que depois do evento, o Queen apenas diminuiu o ritmo dos shows que fazia.

Além disso, no filme, ninguém está doando para a causa que buscava ajudar pessoas famintas na Etiópia do Live Aid até que o Queen aparece no palco. Essa história não é real, pois haviam outros artistas tão importantes quanto a banda no evento, como Elton John, Paul McCartney e David Bowie, e eles também foram essenciais para que as doações fossem altas.

A formação do Queen

Uma das mais significativas mudanças do filme diz respeito ao modo como a banda Queen foi formada. O filme mostra inicialmente um Freddy Mercury tímido, que precisou tomar coragem para se encontrar com Brian May e Roger Taylor, e então ser aceito como vocalista da banda,

Entretanto, muitas fontes dizem que Mercury jamais foi tímido e sempre foi uma pessoa muito confiante. Ele até mesmo já cantava em um grupo antes de se unir aos integrantes do Queen. Mercury também já conhecia May e Taylor antes de fazer qualquer tipo de teste.

A sexualidade de Freddy Mercury

Apesar de Bohemian Rhapsody não apagar a sexualidade ambígua de Freddy Mercury, o filme deixa tudo um tanto quanto confuso. Há uma cena, por exemplo, em que Freddy garante ser bissexual, enquanto que Mary chega a dizer que ele é gay.

Depois disso, Freddy só é retratado com parceiros homens, algo que realça a afirmação de Mary. Ainda assim, são poucos os casos românticos mostrados no filme para um artista que era conhecido pelo seu grande apetite sexual.

A relação de Mary Austen

É verdade que a história do relacionamento entre Freddy Mercury e Mary Austen foi um tanto quanto fiel nas telas do cinema, mas há alguns elementos que o filme modificou em sua história.

O fato é que no filme, o relacionamento dos dois ficou um pouco abalado depois que Mercury começou a ficar famoso, mas segundo alguns relatos de pessoas próximas ao casal, isso não é verdade. O relacionamento dos dois sempre foi bem forte e ela até foi assistente do cantor durante um bom tempo.

A influência de Paul Prenter

Paul Prenter, um dos relacionamentos românticos de Mercury, realmente foi um má influência para o cantor, mas não foi por causa dele que o Queen acabou se separando, nem foi por ele que Mercury resolveu seguir uma carreira solo.

Na realidade, os integrantes da banda decidiram em conjunto diminuir o volume de músicas produzidas e shows a serem feitos. Só depois eles focaram em suas carreiras solos.

O final do Queen

Já foi dito que o Live Aid é mostrado quase como um ponto final para a banda, mas a verdade é que o Queen continuou fazendo shows, ainda que em menor escala, e divulgando novas músicas até 1991, ano em que Freddy Mercury morreu. O evento não foi o fim do Queen, como muitos podem imaginar.

Também é interessante deixar claro que Freddy permaneceu até o fim de sua vida ao lado de Jim Hutton, que morreu em 2010. Já Mary Austen continua vivendo na mansão de Freddy, que ele deixou para ela em seu testamento.

Ray Foster nunca existiu

Ray Foster, o empresário interpretado por Mike Myers no longa, não é um personagem real. Diversas fontes afirmaram que Foster na verdade é a união de vários empresários que gerenciaram o Queen em seus primeiros dias. Como Foster, muitos deles não acreditavam que o Queen faria sucesso.

 

Fonte: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br

 

 

Mary Austin teve uma relação de seis anos com o vocalista do Queen, mas eles foram amigos íntimos até o final. 28 anos depois, ela guarda boa parte de seus milhões — e também de seus segredos

Freddie Mercury com sua amiga (e posterior herdeira) Mary Austin no Royal Albert Hall de Londres, em novembro de 1985. GETTY IMAGES
Freddie Mercury com sua amiga (e posterior herdeira) Mary Austin no Royal Albert Hall de Londres, em novembro de 1985. GETTY IMAGES

Mary Austin (1951) mora numa das maiores casas de um dos bairros mais caros de Londres, rodeada por muros intransponíveis que atraem todo ano admiradores do mundo inteiro. Mas pouco se sabe sobre ela. Provavelmente, a estreia de Bohemian Rhapsody, o filme sobre a vida de Freddie Mercury e a ascensão ao estrelato da banda Queen, dê algumas pistas. Pois se Austin mora ali, é porque Mercury lhe deixou quase toda a fortuna quando morreu, em 1991.

“Os meses posteriores à morte de Freddie foram os mais solitários e difíceis da minha vida. Tive muitos problemas para aceitar que [ele] tinha ido e tudo o que havia me deixado”
Mary Austin

De Freddie Mercury sabemos muito mais. Mesmo 27 anos após sua morte, seu poder de atração e seu fascínio não diminuíram. Para alguns analistas, até aumentaram. De todos os discos que o Queen vendeu nos Estados Unidos (mais de 32 milhões), metade foi após a morte do vocalista. Para muitos, com seu falecimento nasceu a fascinação pela estrela morta, esse fenômeno que faz com que as vendas de um artista atinjam a estratosfera quando o ídolo se vai. Foi assim com Michael Jackson, George Michael e Whitney Houston. Se Mary Austin, a mulher que Freddie Mercury considerou sua “esposa”, é hoje imensamente rica, isso acontece, em parte, graças a esse poder de fascinação que não cessa — e que se traduz em milhões de dólares de direitos autorais todos os anos. Mas, afinal, como começou essa história?

Segundo o documentário Freddie Mercury: The Untold Story, Freddie e o guitarrista Brian May frequentavam nos anos setenta a butique londrina Biba, centro oficial do movimento Swinging London da década anterior. Eles iam até lá para observar as balconistas, famosas na cidade por sua beleza (Anna Wintour, hoje diretora da Vogue USA e mulher mais poderosa do mundo da moda, trabalhou na butique quando jovem). Uma delas era Mary, que Freddie costumava encontrar na loja antes de começarem a sair.

Freddie e Mary moraram juntos, como um casal, durante seis anos. Mas nunca se casaram. Ele contou a ela que era gay em 1976, embora Mary tenha declarado que havia percebido um comportamento estranho nele durante dois anos. “Sabia que não estava sendo sincero consigo mesmo”, disse ela depois.

Quando o cantor abandonou o apartamento que dividiam em West Kesington (Londres) já transformado em cantor mundialmente famoso e milionário, ele comprou para Austin uma casa ali perto e lhe deu emprego como sua assistente pessoal. Freddie se mudou para uma casa na Stafford Terrace, onde morou antes de mudar para aquele que seria seu último lar, Garden Lodge. Ficava perto do apartamento de Mary. Segundo alguns, de lá ele podia inclusive ver a casa de Mary.

Freddie Mercury e Mary Austin, numa festa organizada na casa dele em 1977.
Freddie Mercury e Mary Austin, numa festa organizada na casa dele em 1977. GETTY IMAGES
Mercury começou então a ter relações mais frequentes com homens. Algumas de um jeito mais ambíguo (como a que manteve com o DJ Kenny Everett), outras totalmente sentimentais (Jim Hutton esteve com ele desde 1985 até sua morte). Mas o cantor se referia sempre a Mary como “minha esposa”. “Para mim, foi um casamento. Acreditamos um no outro. Todos os meus amantes me perguntaram por que não poderiam substituir Mary. Porque simplesmente é impossível”, declarou o astro.

Mary também refez sua vida amorosa. Teve dois filhos com um empresário chamado Piers Cameron. Freddie foi padrinho do primogênito, Richard. O segundo, Jamie, nasceu após a morte do cantor. Mas as vidas de Mary e seus dois filhos (ela acabou se separando de Piers) mudaram radicalmente em 24 de novembro de 1991, dia em que Mercury morreu. Com seu testamento, que se tornaria público em maio de 1992, soube-se que o artista deixara a Mary sua mansão de Garden Lodge, avaliada em 22,5 milhões de euros na época (94,5 milhões de reais pelo câmbio atual), e a metade de sua fortuna (e futuros dividendos por direitos autorais), inicialmente estimada em mais de nove milhões de euros (37,8 milhões de reais). Mas é preciso considerar que os membros vivos do Queen continuam fazendo turnês bem-sucedidas, e há um musical de enorme êxito sobre a banda, We Will Rock You. Só em 2014, por exemplo, estima-se que o grupo tenha faturado mais de 54 milhões de euros (130 milhões de reais) em direitos autorais. Grande parte dessa renda anual vai para Mary.

Mary Austin, numa de suas poucas aparições públicas, numa festa em Londres, em 2002.
Mary Austin, numa de suas poucas aparições públicas, numa festa em Londres, em 2002.GETTY IMAGES

Para seu companheiro, Jim Hutton, Freddie deixou 560.000 euros (1,3 milhão de reais). A mesma quantia para seu assistente pessoal, Peter Freestone, e para seu cozinheiro, Joe Fanelli. Para sua irmã, deixou os 25% restantes de seu patrimônio. E aos pais, hoje falecidos, outros 25%.

Mary Austin continua morando em Garden Lodge, a casa de Londres onde Freddie Mercury viveu seus últimos anos e faleceu, perto da estação Earl’s Court do metrô. Trata-se de um lugar de peregrinação para milhares de admiradores. Nos anos noventa, os muros que rodeavam a casa se transformaram no maior santuário do rock, sempre cheio de cartas, mensagens e dedicatórias (Mary Austin retirou-as no ano passado, em meio a grande polêmica, devido à pressão dos moradores desse bairro elegante).

É uma mansão em estilo georgiano com 28 aposentos e um grande jardim. Foi a própria Mary que a escolheu para Freddie. Mas o que seria um sonho para qualquer mortal acabou sendo para ela, segundo declarou numa entrevista em 2000, a pior etapa. “Os meses posteriores à morte de Freddie foram os mais solitários e difíceis de minha vida. Tive muitos problemas para aceitar que ele tinha ido embora e tudo o que tinha me deixado.” Tornar-se rica de repente e lidar com uma mansão e todos os empregados não foram seus únicos problemas: como era de se esperar, outros familiares e amigos de Freddie não entenderam por que ela havia ficado com tanto.

A mãe do cantor, Jer Bulsara, que morreu em 2016, concedeu em 2012 (aos 90 anos) uma terna entrevista para o Daily Telegraph indicando que, ao menos de sua parte, não havia nenhum tipo de rancor pela decisão do filho. “Mary era adorável e costumava vir comer na nossa casa”, contou Bulsara à jornalista Angela Levin. “Eu adoraria que se casassem e tivessem uma vida normal, com filhos. Mas, mesmo quando terminaram, eu sabia que [ela] continuava amando meu filho. Foram amigos até o final. Não a vi mais desde que ele morreu.” A pergunta seguinte da jornalista foi óbvia: “A senhora achou correto ele ter deixado para Mary a maior parte da sua herança milionária?” A mãe de Freddie respondeu: “Por que não? Ela era como sua família, e ainda é.”

“Para mim, foi um casamento. Acreditamos um no outro. Todos os meus amantes me perguntaram por que não poderiam substituir Mary. Porque simplesmente é impossível”
Freddie Mercury

Mary tem hoje 68 anos e um dos segredos mais bem guardados do rock: o lugar onde jogou as cinzas do vocalista do Queen. As teorias são várias: as cinzas teriam sido espalhadas no jardim japonês da mansão em Londres, jogadas num lago suíço aonde Freddie ia às vezes em busca de paz, regressado a Zanzibar (onde Freddie nasceu, já que seu pai trabalhava para a britânica Secretaria das Colônias), e por aí vai.

Sobre isso, Mary guarda um silêncio tão férreo quanto os muros que rodeiam a mansão herdada da grande estrela do rock.

 

Fonte: https://brasil.elpais.com

 

 

(Rami Malek como Freddie Mercury)

Rami Malek tem surpreendido o público como Freddie Mercury no filme Bohemian Rhapsody que conta a história do Queen e estreou nessa quinta-feira (1º) no Brasil. Mas há algo em particular que tem deixado todos com uma dúvida: ele realmente canta as músicas?

A resposta é um pouco complicada. Como o próprio Malek revelou, ele está dublando – fazendo o famoso lip sync – , mas não com sua própria voz.

Os vocais que ouvimos em Bohemian Rhapsody são uma mistura da voz de Malek com a de Marc Martel, ex vocalista do tributo Queen Extravaganza, que ficou famoso pela sua semelhança com Freddie Mercury, e que já viralizou algumas vezes por suas versões de Queen no YouTube.

(Marc Martel)

“É uma junção de algumas vozes”, disse Malek em uma entrevista recente. “Mas principalmente é minha esperança e a esperança de todos que nós ouçamos a coisa mais parecida com Freddie quanto possível. Eu acho que esse foi o objetivo para todos nós”, completou.

Na trilha sonora do filme, claro, o vocal misto fica de fora. Ela é composta apenas por gravações originais do Queen, como as icônicas performances ao vivo no Live Aid de 1985 de Bohemian RhapsodyHammer to FallCrazy Little Thing Called LoveWe Will Rock You We Are the Champions, que você encontra nas plataformas digitais.

Fonte: GQ Brasil