Quando o unânime vocalista do Queen Freddie Mercury foi diagnosticado com AIDS em 1980, seu amigo Elton John estava lá com ele o tempo todo. Em seu livro de memórias, intitulado “Love Is The Cure”, John escreveu sobre a perda de Freddie em um trecho que tanto machuca quanto aquece seu coração. Esta tocante história da amizade entre os dois cantores possivelmente lhe deixará com os olhos embargados de lágrimas.

“Freddie não anunciou publicamente que tinha AIDS até o dia antes de sua morte, em 1991. Embora fosse muito extravagante no palco -um cara ligado em 220 em paridade com Bowie e Jagger- ele era intensamente tímido fora dele, Mas Freddie me disse que tinha AIDS logo após ter sido diagnosticado em 1987. Fiquei arrasado. Eu já tinha visto o que esta doença havia causado para muitos dos meus outros amigos. Eu sabia exatamente o que ela ia fazer para Freddie. Como o fez. Ele sabia que a morte, agonizante morte, estava por vir. Mas Freddie era incrivelmente corajoso. Ele manteve as aparências, continuou tocando com o Queen e permaneceu sendo a mesma pessoa engraçada, ultrajante e profundamente generosa que sempre foi.

Freddie acabou chegando a um estado de dar dó no final dos anos 1980 e início dos anos 90, era difícil suportar vê-lo daquele jeito. Partiu meu coração ver esta luz absoluta para o mundo devastada pela Aids. No final, seu corpo estava coberto com sarcoma de Kaposi. Ele estava quase cego e fraco demais para sequer ficar em pé.

Com todo o direito, Freddie deveria ter passado seus dias finais interessado apenas com o seu próprio conforto. Mas esse não era ele. Generoso como ninguém, ele realmente vivia para os outros. Freddie morreu no dia 24 de novembro de 1991, e semanas após o funeral, eu ainda estava de luto. No dia de Natal, descobri que Freddie tinha me deixado um testamento final de seu altruísmo. Eu estava deprimido quando um amigo chegou inesperadamente à minha porta e me entregou algo enrolado em uma fronha. Eu abri e dentro havia uma pintura de um dos meus artistas favoritos, o pintor britânico Henry Scott Tuke. E havia uma bilhete de Freddie. Antes deixa eu explicar que alguns anos atrás Freddie e eu tínhamos criado apelidos um para o outro, o nosso alterego drag queen. Eu era Sharon, e ele era Melina. Seu bilhete dizia o seguinte: ‘Querida Sharon, achei que você ia gostar disso. Com amor, Melina. Feliz Natal!

Eu estava com 44 anos na época, mas chorei como uma criança. Ali estava aquele homem bonito, morrendo de AIDS e, em seus últimos dias, ele ainda arrumou uma forma de encontrar um lindo presente de Natal para um amigo. Tão triste quanto foi aquele momento, muitas vezes é o que penso quando me lembro de Freddie, porque captura o caráter do homem. Na morte, ele me lembrou o que o fez tão especial em vida.

Freddie me tocou de uma forma como alguém jamais conseguiu, e sua valente luta particular contra a AIDS é algo que me inspira até hoje. Mas sua doença, eu tenho vergonha de admitir, não foi suficiente para me incentivar a uma maior ação. Eu já protestei contra os líderes governistas e religiosos que são indiferentes ou que ativamente minam a luta contra a AIDS. Eles merecem cada pedacinho de crítica que eu estou deixando no meu caminho. Eles poderiam ter feito muito mais.

Eu poderia ter feito muito mais, também.”

O Ministério da Saúde estima que pelo menos 150 mil brasileiros são portadores do vírus HIV e não têm conhecimento de sua condição. Mais de 190 mil homens e 75 mil mulheres já morreram no país por conta da doença e cerca de 340 mil pessoas estão em tratamento.

Pese esses números alarmantes, existem alguns setores retrógrados que insistem em condenar (e têm mesmo a pachorra de questionar a eficácia) o uso da camisinha. Há mesmo alguns conspiranóicos tontos que afirmam que o preservativo é o principal disseminador do vírus e que a doença é uma farsa que visa favorecer os barões da Big Pharma representados pela ordem dos illuminatis. Aff…

Fonte: https://www.mdig.com.br

 

 

“Some Brownie To Love” e “The Cone Must Go On” são algumas das novidades inspiradas em uma das maiores bandas de rock e no filme Bohemian Rhapsody

Sorvete: marca cria sabores especiais em homenagem ao Queen. (Ben & Jerry’s/Reprodução)
Sorvete: marca cria sabores especiais em homenagem ao Queen. (Ben & Jerry’s/Reprodução)

São Paulo – No começo de novembro estreou nos cinemas o filme “Bohemian Rhapsody”, sobre a história da banda britânica de rock Queen e do inesquecível Freddie Mercury.

Em homenagem à produção, a marca de sorvetes norte-americana Ben & Jerry’slança uma edição especial de novos sabores, que podem ser conferidas nas lojas da marca até 15 de dezembro.

São seis versões inspiradas em alguns dos hits mais icônicos da banda:

We Will Choc You: sorvete sabor chocolate maltado com cookie trufado sabor chocolate e calda de marshmallow;

Some Brownie to Love: sorvete sabor chocolate com pedaços de bolo sabor chocolate;

Another One Bites The Dough: sorvete de chocolate e caramelo com calda de chocolate e pedaços de massa de biscoito e de biscoito de amendoim;

The Cone Must Go On: sorvete sabor baunilha com pedaços de biscoito wafer cobertos com chocolate e calda de caramelo;

A Cookie of Magic: sorvete sabor baunilha com cookies sabor baunilha e chocolate;

Dough Stop Me Now: sorvete de creme com massa de biscoito e flocos sabor chocolate;

Além dos sorvetes, a marca lança uma sobremesa especial (Lazing on a Sundae Afternoon) composta por duas bolas de We Will Choc You em um sundae com granulado, calda de chocolate, chantily e canudo de waffle coberto com chocolate.

E para testar o conhecimento dos fãs sobre a banda, a marca também criou um quizz em seu site.

 

Fonte: Grupo de WhatsApp Queen Net, Participe!!

 

 

O sucesso de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury (1946-1991) e do Queen, está renovando o interesse do público na banda que viveu seu auge nos anos 70 e 80. Essa semana, dois discos do quarteto chegaram ao top 10 dos EUA. A trilha do filme subiu 22 posições e ficou com a terceira colocação, enquanto a “Platinum Collection” (um box lançado em 2000 que reúne os três “Greatest Hits” deles em um só pacote) pulou da 194ª posição para a nona.

Os ingleses foram a maior novidade em um ranking que seguiu dominado pelo rap. Foram nada menos que sete discos do gênero no top 10, incluindo as estreias de “Not All Heroes Wear Capes” de Metro Boomin no primeiro lugar e “The Last Rocket” de TakeOff (do Migos) em quarto. O outro disco a quebrar o monopólio do hip hop entre os 10 mais, junto com os dois do Queen, foi a trilha sonora de “Nasce Uma Estrela” que manteve-se no segundo posto.

O top 10 ficou assim:

01 – “Not All Heroes Wear Capes” – Metro Boomin
02 – Trilha sonora de Nasce Uma Estrela” (mesma posição)
03 – “Bohemian Rhpasody OST” – Queen (subiu 22 posições)
04 – “The Last Rocket” – TakeOff (estreia)
05 – “Scorpion” – Drake (subiu duas posições)
06 – “Tha Carter V” – Lil Wayne (caiu uma posição)
07 – “Drip Harder – Lil Baby & Gunna (caiu uma posição)
08- “Astroworld” – Travis Scott (subiu uma posição)
09 – “The Platinum Collection” – Queen (subiu 185 posições)
10 – “Beerbongs & Bentleys” – Post Malone (mesma posição)

 

Fonte: https://www.vagalume.com.br

 

 

Cinebiografia distorce a linha do tempo e diversos fatos da banda

Para um filme que pretende ser a cinebiografia do Queen, Bohemian Rhapsody é surpreendentemente inexato na hora de explicar as origens do Queen. Ao contrário do que o filme mostra, que Freddie se apresenta aos membros e os impressiona com sua voz, o vocalista já era amigo de Tim Staffell (o baixista que deixa a banda para entrar no Humpy Bong) e insistia constantemente por um teste para entrar no grupo. Ainda, o baixista John Deacon aparece no primeiro show do Queen, em 1970, sendo que o músico foi quarto a passar pelo grupo, entrando apenas em 1971. Antes dele, o Queen contava com baixistas itinerantes.

A LINHA DO TEMPO

Regency Enterprises/Divulgação

Faz sentido colocar o Live Aid no final se o filme busca colocar a apresentação como um clímax na carreira do Queen, mas a escolha é um dos maiores motivos que causa uma bagunça na linha do tempo da banda. Não só Freddie Mercury não sabia do seu diagnóstico de HIV no tempo do Live Aid, como no meio do filme o vocalista está assistindo emocionado o seu show no Rock In Rio, que aconteceu no mesmo ano do Live Aid, em 1985. Não bastando, Mercury assiste ao show na companhia de sua namorada Mary Austin, com quem terminou em 1976, nove anos antes. Ainda, o filme embaralha diversos lançamentos de música: “Fat Bottomed Girls”, por exemplo, é uma música lançada em 1978, mas no filme ela toca em 74, na primeira turnê da banda nos EUA.

A GRAVAÇÃO DO PRIMEIRO ÁLBUM

Regency Enterprises/Divulgação

Outro elemento incorreto e aparentemente sem motivo é o retrato da gravação do primeiro álbum. Em uma curta cena, o Queen aparece em uma estrada, com o pneu da van furado, e Freddie dá a ideia de vender o veículo para gravar um álbum. Apesar dos protestos, a banda concorda e consegue tempo de estúdio com o dinheiro da venda. Na realidade, isto não aconteceu; a banda recebeu a oportunidade de gravar de graça no Trident Studios, em momentos em que o estúdio estivesse fechado. A história é igualmente – senão mais – interessante, o que torna a ideia de fazer a banda vender a van realmente gratuita.

RAY FOSTER NUNCA EXISTIU

Regency Enterprises/Divulgação

Criar personagens para fazer a trama fluir melhor também não seria um problema. Mas o problema com a figura de Ray Foster, interpretada por Mike Myers, não é exatamente que ele nunca existiu, mas sim em quem ele provavelmente foi baseado. Na vida real, o empresário da EMI Roy Featherstone realmente aconselhou contra o lançamento de “Bohemian Rhapsody” como single, mas apenas por sua duração. Feathersonte era na realidade um grande fã de Queen, e não um vilão caricato como o filme retrata.

O CONFLITO PRINCIPAL

Regency Enterprises/Divulgação

O maior problema de Bohemian Rhapsody, possivelmente, é seu conflito principal. No filme, o Queen tem uma grande briga por causa da decisão de Freddie Mercury de gravar um disco solo. O filme retrata Mercury como um egoísta que deixou a banda na mão, quando, na realidade, na época em que o vocalista decidiu gravar um álbum solo, Roger Taylor já havia gravado dois. Não só a briga e a culpa de Mercury não fez sentido, como o Queen nunca se separou.

O QUEEN NUNCA SE SEPAROU

Regency Enterprises/Divulgação

Principalmente pelo motivo acima, o problema mais gritante de Bohemian Rhapsody foi a ruptura do Queen, que nunca aconteceu. Houve um breve hiato do grupo, que tirou férias de composições e gravações em estúdio, exatamente quando Freddie Mercury gravou e lançou Mr. Bad Guy, seu disco solo. Não somente o filme dá a entender que o Queen se separou e retornou para a performance no Live Aid – o que nunca aconteceu – a narrativa dá a entender que tudo foi culpa do vocalista.

A QUESTÃO DA SEXUALIDADE

Regency Enterprises/Divulgação

Bohemian Rhapsody foi criticado desde o começo por especulações de que ele não trataria apropriadamente da sexualidade de Freddie Mercury. Parte disso pode vir pelo fato de que Mercury realmente não falava sobre suas preferências, mas há uma questão essencial sobre a escolha narrativa do filme. A cinebiografia enfatiza principalmente a relação heterossexual de Freddie Mercury com a sua namorada Mary Austin. Apesar de Mary ter tido um grande papel na vida do vocalista, é curioso como o filme minimiza a importância de Jim Hutton na vida de Mercury. Hutton, para começar, nunca trabalhou como garçom ou serviu em festas de Mercury, mas era um cabelereiro e conheceu o músico em uma balada. A escolha em não focar em Hutton é realmente criticável, já que na vida real, o parceiro de Mercury foi quem viveu com ele em seus últimos anos de vida e cuidou do músico durante toda sua doença.

Esta não é a única problemática em relação a escolha sexual do frontman. O filme deixa como certa a frase de Mary Austin de que Freddie Mercury não era bissexual, e sim gay. Para isso, o longa também omite a relação de Mercury com atriz austríaca Barbara Valentin, que durou por boa parte dos anos 80.

AS COMPOSIÇÕES E AUTORIAS

Regency Enterprises/Divulgação

Para um filme que foca na criatividade dos gênios do Queen, Bohemian Rhapsody também falha em retratar as gravações da banda. Como natos em estúdio, o filme mostra a banda simplesmente criando experimentações espontâneas, como se todos os hits e riffs do Queen nascessem do nada, de modo linear, e sem retratar o caminho do grupo para chegar em cada faixa. Na realidade, o Queen compunha pedaços separados e agrupavam depois em músicas.

O filme também mostra que o grupo chega ao combinado de autoria compartilhada pouco antes do Live Aid, em 1985. Segundo esta lógica, a decisão faria com que o álbum Kind Of Magic tivesse músicas assinadas pelo conjunto. Isso só aconteceu, na verdade, em 1989, no álbum The Miracle.

Fonte: https://www.omelete.com.br

 

A trilha sonora do filme “Bohemian Rhapsody” deu ao Queen a sua mais alta posição na parada de álbuns da Bilboard desde 1980, ao atingir a terceira posição.

O disco, que apresenta faixas clássicas juntamente com o áudio (jamais lançado antes) da aparição triunfante do grupo comandado por Freddie Mercury no Live Aid em 1985, vendeu 59.000 unidades na semana passada, segundo divulgou a Billboard.

O resultado assegurou o maior impacto do Queen no mercado fonográfico desde o lançamento de “The Game”, que há 38 anos apresentou ao mundo clássicos como “Another One Bite the Dust” e “Crazy Little Thing Called Love” e passou cinco semanas no primeiro lugar.

As coletâneas “Greatest Hits I II & III: A Platinum Collection” saltou da posição de 194 para o top 9 na parada, registrando a primeira vez que o Queen leva dois álbuns ao top 10. Outra façanha ficou por conta de “Greatest Hits” que também subiu no chart, do número 71 pra o 48.

O gráfico da Billboard 200 classifica os álbuns mais populares da semana nos Estados Unidos com base no consumo multi-métrico, medido em unidades de álbuns equivalentes. As unidades são compostas de vendas de álbuns físicos e streaming.

 

Fonte: 89 FM a Radio Rock 

Já é possível dizer que “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia sobre o Queen, é um verdadeiro sucesso de bilheteria. O filme liderou o ranking de faturamento nos cinemas brasileiros pela segunda semana consecutiva.

De acordo com a comScore, empresa que monitora o mercado cinematográfico, ¨Bohemian Rhapsody¨ arrecadou R$ 7,9 milhões entre quinta-feira (8) e domingo (11). Foram vendidos 415,5 mil ingressos durante o período.

No total, o faturamento de “Bohemian Rhapsody” no Brasil é de R$ 20,87 milhões, com 1,15 milhão de ingressos comercializados. Os números mundiais também impressionam: em seus primeiros 10 dias de lançamento, o filme arrecadou mais de US$ 100 milhões em todo o planeta.

Com direção de Bryan Singer e produção executiva do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor, “Bohemian Rhapsody” conta com as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor).

 

Fonte:  https://whiplash.net/

 

 

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Fonte: https://super.abril.com.b

Uma das cenas mais marcantes de Wayne’s World – no Brasil lançado sob o nome “Quanto mais idiota melhor” – acontece bem no início do filme, quando a dupla de nerds roqueiros Wayne Campbell e Garth Algar (vividos por Mike Myers e Dana Carvey) com alguns amigos batem cabeça ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen:

A cena fez tanto sucesso que o Queen, que na época (início dos anos noventa) estava meio em baixa nos Estados Unidos acabou atingindo o segundo lugar das paradas com a canção: “Eu não conhecia Mike Myers. Ele me ligou de repente e contou que haviam filmado esta sequência para o filme e pediu autorização, além de pedir para mostrar para o vocalista Freddie Mercury, que estava no fim de sua vida.

Levei para Freddie, que estava confinado na cama, mostrei para ele que amou. O detalhe é que o humor era uma piada interna nossa, fazíamos este tipo de coisa no nosso carro, agitando com as nossas próprias músicas!” disse anos depois o guitarrista Brian May.

Em 2014, Mike contou durante uma entrevista que a famosa cena por pouco não aconteceu já que ele queria que fosse usada a canção do Queen mas os produtores insistiam em uma música do Guns N’ Roses. “Eles eram muito populares naquela época, bombavam na MTV e é uma banda fantástica, enquanto o Queen estava meio esquecido, mas eu sempre amei ‘Bohemian Rhapsody’, acho que a música é uma obra-prima, daí lutei muito pra que ela fosse usada, cheguei ao ponto de dizer que eu estava fora se ela não entrasse”.

E agora em 2018, na recém-lançada biografia do Queen, intitulada “Bohemian Rhapsody”, Mike Myers, que voltou às telas após dez anos, faz o papel de Ray Foster, um executivo da gravadora EMI que rejeita lançar a canção por considerar que ela não tem apelo popular. Na cena reproduzida abaixo, Mike reclama da longa duração de seis minutos e Freddie, interpretado por Rami Malek, retruca: “Tenho dó de sua esposa, se você acha que seis minutos é muita coisa”.

Fonte: https://whiplash.net

 

 

O filme Bohemian Rhapsody foi um dos temas do Fim de Expediente, programa da CBN, desta sexta-feira, 09-11-18.

Enquanto sua vida arrasa nas bilheterias com ‘Bohemian Rhapsody’, o melhor amigo de Mercury no grupo vive outro tipo de sucesso

Há alguns dias alguém o viu. Vestia um pulôver azul de lã tricotada e calças de veludo cotelê. Calvo, com cabelo grisalho nos lados e barriguinha. Fumava um cigarro apressadamente, até a bituca. Um homem de 67 anos, taciturno, discreto, passeando perto de sua casa, no tranquilo parque Greenwich, no sudeste de Londres. A poucos metros dali, as pessoas iam em massa a ver o filme de maior bilheteira do momento, Bohemian Rhapsody. Ele é um dos protagonistas, mas está há muito tempo longe dos holofotes, mais de 20 anos. Não quer saber de nada. Chama-se John Deacon, foi o baixista do Queen e o compositor de canções cruciais do grupo, como Another One Bites the Dust e I Want to Break Free.

Dizem os vizinhos desse ex-rock star que ele às vezes é visto no supermercado do bairro. Poucas. O fato é que é difícil associar esse quase setentão com aquele músico que atuava em estádios lotados. Vive com sua esposa, Veronica Tetzlaff, com quem teve seis filhos, que criou no mesmo bairro do sul de Londres onde mora até hoje. Estima-se que a fortuna de Deacon supere meio bilhão de reais. E aumenta a cada ano, graças aos direitos autorais. Entretanto, vive absolutamente afastado dos luxos que poderia se permitir.

Para conhecer a personalidade de Deacon, é muito revelador assistir a um vídeo que alguém gravou e publicou no YouTube. Deacon é abordado na rua por seguidores do grupo. O baixista, surpreso, começa a dizer: “Oh, sinto muito, sinto muito”. Em um dado momento, tampa o rosto com as mãos, não para impedir que o filmem, mas por pura vergonha. Está passando por maus bocados. Alguém do grupo de seguidores chega a dizer: “Deixem-no em paz, por favor”. E a verdade é que os fãs são bastante civilizados. Deacon no final sorri, mal abre a boca e, surpreso, dá autógrafos.

John Deacon (Leicester, Inglaterra, 1951) foi o último a chegar ao grupo, em 1971, quando fazia o curso de eletrônica no Chelsea College de Londres. Amigos comuns apresentaram os três jovens, ex-membros do grupo Smile, que acabavam de formar o Queen e estavam procurando um baixista. Ofereceram-lhe um teste, e aquele dia mudou sua vida. Taciturno, tranquilo e introvertido, os clichês que costumam ser associados aos baixistas se tornavam realidade. Esses traços da sua personalidade foram muito apreciados pelo resto do grupo, por entenderem que esse caráter –”Sempre teve os pés no chão”, diria o guitarrista Brian May anos depois – casaria bem com o temperamento, digamos mais expansivo de seus colegas.

Os anos seguintes foram o relato de uma ascensão para o sucesso balizado por pontos álgidos na forma de megahits como Bohemian Rhapsody, turnês que mudaram para sempre a concepção do rock-de-estádio e álbuns múltiplos de platina. Além dos já citados Another One Bites the Dust e I Want to Break Free, Deacon compôs com Mercury os temas You’re My Best Friend e Friends Will Be Friends, e sua colaboração em outros, como Under Pressure (esse pegajoso som do baixo inicial), é imprescindível. Sua afeição pela eletrônica o levou a construir o deacy amp, um amplificador de guitarra que dotaria o grupo de um som único e reconhecível. Enquanto isso, Deacon lançou um álbum como solista em 1986 e criou um grupo paralelo, The Immortals, com o qual gravou um único single.

John Deacon passeia por seu bairro, na zona sudeste de Londres, numa imagem recente.
John Deacon passeia por seu bairro, na zona sudeste de Londres, numa imagem recente.GTRES

O nível estratosférico de fama que o Queen alcançou a partir de 1975 foi, nas palavras do próprio Deacon, “difícil de administrar”. Para Phil Sutcliffe, autor de uma completa biografia sobre o grupo, “o Queen era uma associação muito volátil entre três personalidades explosivas; e então havia John, que era o tranquilo. Tinha formado sua família muito cedo, em 1975, e era sobretudo um homem de família”. Aliás, especula-se que um dos motivos do rompimento com a Trident, sua primeira gravadora, foi que esta não emprestou dinheiro a Deacon para comprar sua casa com a esposa.

Ser “um homem de família” não impediu o baixista de viver intensamente a experiência completa de um astro do rock. Segundo descreve o Daily Mail, Deacon teve, como outros membros do grupo, problemas com o álcool. Durante uma festa em julho de 1986, “a altas horas da noite, John deslizou em silêncio da sua cadeira e foi parar embaixo da mesa. Depois de um momento retornou. Era muito típico de John, gostava de beber”, afirma o jornal.

Tudo mudou em 24 de novembro de 1991, quando Freddie Mercury morreu em consequência da AIDS. John Deacon talvez tenha sido o mais afetado do grupo. John e ele tinham uma relação particularmente estreita, com o solista fazendo as vezes de seu protetor, e a dor de sua perda e a falta de sentido em seguir com o grupo o levaram a uma depressão. O sempre introvertido baixista tocou com seus colegas May e Taylor no show-tributo a Mercury em 1992, terminou junto a eles o último álbum da banda, Made in Heaven, e participou também de No-One But You, o único single do grupo sem Mercury, lançado em 97. Depois, o silêncio.

Enquanto o guitarrista Brian May (Londres, 1947) e o baterista Roger Taylor (Norfolk, Inglaterra, 1949) continuam atuando de forma periódica e se mantêm como cabeças visíveis do legado do grupo, seja como convidados na estreia do filme Bohemian Rhapsody ou apadrinhando o musical We Will Rock You, Deacon não faz aparições públicas, não dá entrevistas e nem sequer mantém contato com seus ex-colegas de fama. Brian May reconhece que só mantêm relações por motivos econômicos (e com intermediários) e de gestão do legado do Queen. Taylor diz: “Não estamos em contato porque John é realmente um sociopata. Deu seu aval ao que Brian e eu podemos fazer com a marca Queen. E claro que aproveitamos muito bem”. E May acrescenta: “É sua escolha. Não se mantém em contato conosco. John era bastante delicado desde o começo”.

John Deacon com seu amigo Freddie Mercury num show do Queen nos anos setenta.
Não há como negar essa última declaração. O Queen continua sendo um dos ícones mais rentáveis da música pop, seja em forma de merchandising, com os shows, o musical, os direitos de autor de canções que continuam tocando no rádio e televisão, ou com a recente estreia do filme Bohemian Rhapsody, cujo sucesso demonstra que o interesse do público pelos britânicos está longe de se esgotar. Em 2014, os lucros gerados pelo Queen foram equivalentes a 236,6 milhões de reais, pelo câmbio atual.

Graças aos seus anos no grupo e a essa gestão de seus ex-colegas, digna de um magnata dos negócios, John Deacon, o anônimo aposentado pai de família numerosa, com cabelo grisalho e camisa xadrez, hoje possui uma fortuna. “Meus hobbies são beber chá e ter filhos”, diria numa entrevista anos atrás. O golfe desponta hoje como outro de seus grandes interesses. Tudo longe do estilo de vida excessivo que levou no passado.

O anonimato e a tranqulidade de um dos sobreviventes de um legado desses podem ser considerados seu maior sucesso na vida.

 

Fonte: https://brasil.elpais.com

 

A banda Queen Tribute Brazil apresenta o show ‘Dont Stop Me Now’, neste sábado, dia 10, no palco externo da unidade mogiana do Sesi, em Braz Cubas. A atração proporciona uma completa imersão no repertório de uma das maiores bandas da história do rock internacional. Com classificação livre e entrada gratuita, o espetáculo acontece a partir das 19 horas e os ingressos devem ser reservados.

A apresentação revive clássicos eternos do Queen como ‘We Are the Champions’, ‘We will Rock You’, ‘I Want to Break Free’, ‘Love of my Life’, ‘Who Wants to Live Forever’ e ‘Somebody to Love’. Além dos riffs e letras que se tornaram hinos de gerações a fio, a apresentação conta com a fiel interpretação do vocalista Adauto Lee.

Formado em 1991, o Queen Tribute Brasil tem realizado turnês e feito participações especiais em eventos como o ‘Queen’s Day’. Para brindar o projeto, em 1992, o guitarrista da formação original do quarteto, Brian May, na ocasião de sua passagem pelo Brasil em turnê do seu álbum solo, elogiou as gravações que ouviu da banda cover. Os integrantes são Adauto Lee, Reinaldo Kramer, Maurity Bernardes, Cição e Danilo Berlintani.

 

Fonte:  https://www.odiariodemogi.net.br

Foi revelado que Adam Lambert participa do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história do Queen e de seu lendário cantor, Freddie Mercury.

A curta cena pode ser vista abaixo. Nela, Freddie liga de um telefone público para sua noiva, Mary Austin, e em seguida aparece Adam disfarçado com cabelos longos, bigode e um boné estilo caminhoneiro, confira.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

 

Concerto revisita os sucessos do Queen nesta sexta-feira. A apresentação terá orquestra ao vivo e maestro no palco, além da participação do grupo Magic Queen

Para reviver os clássicos de uma das maiores bandas da história do rock mundial, Teresina recebe no dia 07/12/2018 no Theresina Hall às 22:30 o espetáculo “Queen Experience In Concert”. O concerto apresenta 25 integrantes, orquestra ao vivo e maestro no palco, além da participação da banda Magic Queen, banda de tributo ao Queen no Brasil.

A apresentação não traz apenas um tributo, mas uma imersão musical aliando o rock com a música erudita, uma mistura que há tempos já faz sucessos nos meios do rock n’ roll como os DVDs de bandas como Kiss e Metallica in Concert. O concerto é formatado para 80 minutos de apresentação.

O perfil idêntico – vocal e físico – do vocalista André Abreu com o líder do grupo britânico, Freddie Mercury, impressiona. No repertório do show estão sucessos como “Bohemian rhapsody”, “We will rock you”, “We are the champions”, “Crazy little thing called Love”, “Another one bites the dust”, “Flash Gor¬don”, “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “I want to break free”, “A kind of Magic”, “The show must go on”, “Love of my life”, “Some¬body to love” e muito mais.

 

Long live the Queen! Chegou aos cinemas o filme biográfico de uma das maiores bandas de rock da história. Natália Bridi, Thiago Romariz e Patrícia Gomes comentam o filme e contam suas impressões na resenha em vídeo do site Omelete, que pode ser assistida abaixo.

 

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

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Freddie Mercury não só ganhou uma cinebiografia, com a trajetória detalhada da banda Queen, como estreiou lucrando quase o valor total gasto para a produção do longa (US$ 52 milhões) já no primeiro final de semana, segundo a revista Forbes. Porém, o sucesso do filme “Bohemian Rhapsody”, que chegou ao Brasil na última quinta-feira (1), não foi unânime.

A fim de retratar todas as facetas de Mercury, em algumas cenas o cantor aparece se relacionando com outros homens – como aconteceu na vida real -, além de mulheres. Mas a bissexualidade do cantor foi recebida, em algumas sessões de cinema, com vaias e ofensas, como contaram alguns usuários do Twitter.

Que doidera ler que teve gente em sessão de ‘Bohemian Rhapsody’ vaiando quando tinha cena de flerte/beijo LGBT. Os caras foram para o cinema assistir um filme sobre o FREDDIE MERCURY esperando O QUE exatamente?”, indagou uma usuária, que foi respondida mais de 200 vezes por pessoas contando que presenciaram situações semelhantes.

Na sessão que a minha mãe foi gritaram “Bolsonaro vai pegar vocês” na cena do beijo. “O pior de tudo é que todo mundo riu”, contou uma das jovens.

Alguns foram mais radicais e não terminaram sequer de assistir ao filme. “Tinha um cara na minha sala que na hora do beijo falou “ah isso não” e saiu tipo???”, explicou outra seguidora sobre o que presenciou no cinema.

Fonte: https://mdemulher.abril.com.br

 

 

Canal do Youtube “Taverna Nerdeste” faz análise do filme Bohemian Rhapsody

 

Agradecimentos a Hugo Lima

O programa “Hora de Expediente”, da CBN, comentou sobre o filme e sua estreia que lidera as bilheterias. O programa tem a participação de: Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina.

 

Fonte: www.cbn.com.br

O filme biográfico do Queen que chegou aos cinemas brasileiros no dia 1º de Novembro, foi um sucesso de bilheteria em sua estreia no Brasil e pelo mundo. Recentemente o guitarrista da banda, Brian May, publicou imensamente orgulhoso em sua rede social uma listagem de países, incluindo Brasil, onde o filme chegou fazendo total sucesso, confira:

“Eu não costumo publicar coisas assim. Mas este é um momento excepcionalmente emocionante. Nosso filme Freddie foi direto para o número 1 no Reino Unido na semana passada, e neste fim de semana ele tocou em 4.000 telas nos EUA, tornando-se facilmente o melhor filme lá. Agora vemos este resumo do resto do mundo. A BOHEMIAN RHAPSODY é o Número Um em todos os territórios em que foi aberto até agora. Incrível. As partes mais interessantes são os comentários à extrema direita se você aumentar o zoom. Um milhão de agradecimentos a todos vocês que correram para vê-lo e riram e choraram e gritaram de alegria conosco, como você nos disse. Estou impressionado com os seus comentários – desde “É o melhor filme que já vi” até “Chorei 50 vezes” … O que sempre quisemos foi que o filme tocasse nas pessoas e as inspirasse. Você está nos dizendo que é isso que faz. Isso é bom o suficiente. Boa noite e bons sonhos todos. Alguns sonhos se tornam realidade. Aqui está esperando que você faça. Mas tenha cuidado com o que você deseja !!! Bri” declarou o guitarrista em seu Instagram pessoal (@brianmayforreal).

A cinebiografia arrecadou R$ 9,6 milhões com mais de 500 mil ingressos vendidos, alcançando o primeiro lugar nas bilheterias em sua estreia no Brasil, ficando a frente do também estreante ‘O Quebra Nozes E Os Quatro Reinos, que faturou R$ 6,1 milhões e teve público de 347 mil pessoas, e a nova versão do terror ‘Halloween’, que rendeu R$ 4,7 milhões e teve 279 mil espectadores (dados retirados entre o dia 1º de Novembro e dia 4).

O longa mostra a trajetória do grupo nas décadas de 1970 e 80, e a relação turbulenta do vocalista Freddie Mercury com os outros músicos durante os quase 20 anos em que esteve à frente do Queen.

Bilheteria nos EUA

No chamado mercado doméstico (Estados Unidos e Canadá), “Bohemian Rhapsody” também liderou na estreia com faturamento de US$ 50 milhões. Ao todo, o filme já acumula uma bilheteria global de mais de US$ 140 milhões.

É sucesso! We are the champions, my friends! God save the QUEEN!

Fonte: Instagram Brian May, e G1