Boticário Lança Campanha Focada no Prazer Feminino em Comemoração ao Dia do Sexo

O Boticário lança uma nova fragrância, chamada Her Code Clímax, em homenagem ao Dia do Sexo, comemorado em 6 de setembro. Com a participação da atriz Carolina Dieckmann, a campanha busca promover uma reflexão sobre os tabus relacionados ao prazer feminino e às experiências das mulheres durante a busca pelo orgasmo.

Uma pesquisa realizada pela Think EVA e pelo Boticário revelou que 79% das mulheres brasileiras já fingiram um clímax, enquanto apenas 36% afirmam que conseguem atingi-lo com seus parceiros. Esses números mostram a importância de discutir as dificuldades que as mulheres enfrentam em suas vidas sexuais.

Conforme Carolina Carrasco, diretora de Branding e Comunicação do Boticário, o lançamento de Her Code Clímax é uma continuidade do trabalho iniciado em 2023 com a linha Her Code, que propõe quebrar o silêncio acerca da sexualidade feminina. Para ela, essa fragrância vai além de um simples produto, pois representa um movimento que dá voz a questões que historicamente foram silenciadas. O perfume é o primeiro do mundo a utilizar a Tecnologia ChériScentz™, desenvolvida para incentivar a sensualidade das mulheres.

A campanha foi lançada em rede nacional com um filme produzido pela AlmapBBDO, onde Dieckmann interpreta uma versão sensual da música Don’t Stop Me Now, da banda Queen. O vídeo, gravado em preto e branco, apresenta uma estética sofisticada que reflete a força do clímax feminino, encerrando com a mensagem de que “Nada pode parar o seu prazer”. A comunicação se estende por várias plataformas, incluindo Spotify, redes sociais e mídia externa, onde imagens provocativas reforçam a mensagem central.

Diversas personalidades, como Ingrid Guimarães, Sheron Menezzes, Marcela McGowan e Laura Muller, têm se unido à causa nas redes sociais, compartilhando experiências e informações sobre sexualidade. Os relatos são interrompidos por telas pretas com mensagens impactantes que destacam a importância do prazer feminino. Com a linha Her Code Clímax, o Boticário se destaca ao unir inovação, estratégia de marca e relevância cultural, promovendo um espaço para discussões abertas sobre a sexualidade das mulheres.

Fonte:  folhadonoroeste.com.br

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅 12/09 – The Roots – Franca – São Paulo

📅13/09 – Jump Barbecue – Jundiaí – São Paulo
📅 14/09 – Torresmofest – Passo Fundo – Rio Grande do Sul
📅 19/09 – Villa 8 BBQ – Arapongas – Paraná

 

Classical Queen

📅14/09 – Queen For Kids – Manifesto – São Paulo

📅18/09 – John Gow – Americana – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅12/09 – Centro de Convenções Ulisses Guimarães – Brasília – Distrito Federal

📅14/09 – Teatro Rio Vermelho – Goiânia – Goiás

📅18/09 – Arena Circo Show – Taboão da Serra – São Paulo

 

 

Lurex

📅12/09 – Woodstock Bar  – Sete Lagoas – Minas Gerais

📅13/09 – Jungle Food / BOP Games  – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅13/09 – Rock na Aquarius  – Carmo do Cajuru – Minas Gerais

📅14/09 – Dom Pedro Rock Beer – Conselheiro Lafaiete – Minas Gerais

 

Opera Queen

📅13/09 – Hard Rock Café – Ribeirão Preto – São Paulo

 

Queen Music Tribute

📅19/09 – Teatro Gazeta – São Paulo – São Paulo

 

Queen Of Magic

📅12/09 – London Street Pub – Brasília – Distrito Federal

📅12/09 – London Music Bar –Águas Claras – Brasília – Distrito Federal

📅13/09 – Dona Cleide – Águas Claras – Brasília – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

📅13/09 – 10° Encontro de Carros Antigos – Votuporanga – São Paulo

Vocalista: Matheus Brum

📅19/09 – Teatro Municipal de Piracicaba – Piracicaba – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

 

Special Queen

📅12/09 – Cantareira Shopping – São Paulo – São Paulo
📅13/09 – Atlética Ferroviária – Pindamonhangaba – São Paulo

📅18/09 – Bauru Shopping – Bauru – São Paulo

📅19/09 – Limeira Shopping – Limeira – São Paulo

 

Thiago Millores

📅12/09 – Buldog Rock Bar – Pechincha – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

📅13/09 – El Patron Icaraí – Icaraí – Niterói – Rio de Janeiro

📅14/09 – Blend BBQ Festival – Shopping Nova América – Del Castilho – Rio de Janeiro

 

           

 

Fonte: Instagram das bandas/cantores

Guitarrista chegou a participar de uma regravação junto do grupo, apontando música lançada em 2013 como uma das melhores da história

Muitas bandas foram comparadas ao Queen ao longo das décadas. Todavia, apenas uma delas ganhou um aval tão claro do guitarrista e principal porta-voz do legado, Brian May.

Trata-se do The Struts, grupo também formado na Inglaterra que está na ativa desde 2012. May gostou tanto do trabalho do quarteto, liderado pelo vocalista Luke Spiller, que participou recentemente da regravação do maior hit deles: “Could Have Been Me”, lançado originalmente como single em 2013 e disponibilizado no álbum Everybody Wants (2014).

Em entrevista à Classic Rock, Brian não economizou nos elogios aos pupilos, que estiveram no Brasil somente uma vez, em 2019. Ele afirmou:

“Eu queria ter escutado essa música quando era criança. É um clássico. É uma das melhores músicas de rock de todos os tempos. Foi mais ouvida nos Estados Unidos do que no Reino Unido — passou despercebida por aqui, e não deveria ter passado. Espero que esta seja uma oportunidade para esta música realmente conectar o mundo todo. A letra é muito inspiradora, amo o sentimento que ela transmite. Diz tudo o que uma criança precisa saber quando está crescendo.”

Brian May e a comparação com o Queen
May descreveu o The Struts como “uma banda incrível” e ainda arriscou comparações com o Queen. Para o guitarrista, a conexão entre os jovens artistas e seu próprio grupo está em Luke Spiller — a ponto de compreender que os colegas “novatos” carregam a tocha de sua obra.

“Ao trabalhar com Luke, sempre penso em Freddie [Mercury, vocalista falecido em 1991]. Há muitas semelhanças. Ambos têm essa crença inabalável. Têm vozes incríveis, são ótimos compositores, mas têm aquele ingrediente extra de: ‘vou fazer isso, vou deixar o mundo vir até mim’. Era isso que Freddie tinha, e é isso que vejo em Luke.”

As parcerias de The Struts

Além de Brian May, The Struts já colaborou com Robbie Williams, Ke$ha, Tom Morello, Def Leppard, Paris Jackson, entre outros. Além disso, “Could Have Been Me” foi regravada em 2021 por Halsey para a trilha sonora do filme Sing 2.

Fonte: https://rollingstone.com.br

Jean-Michel Jarre lança Live In Bratislava, o registo audiovisual definitivo do seu histórico concerto-evento ao ar livre Bridge From The Future, realizado em 12 de maio de 2024, na Eslováquia.

O lançamento já está disponível em todo o mundo para encomenda, incluindo um Box Limitado de Colecionador.

O concerto também marcou uma colaboração histórica pela primeira vez entre Jarre e o guitarrista do Queen, Sir Brian May, que se juntou a ele no palco para um novo e poderoso arranjo da New World Symphony de Dvołák, bem como obras recém-adaptadas Bratislava Time e Rendez-vous Bratislava

Link para encomendas:

www.jeanmicheljarre.com/live-in-bratislavaLive in Bratislava

 

 

Fonte: www.queenonline.com

Revelação de suposta filha de Freddie despertou desconfiança entre os amigos do músico; autora de biografia é única pessoa a defender veracidade da história

Embora a indústria cinematográfica de Hollywood tenha o dom de criar narrativas fascinantes, algumas histórias reais se mostram tão impressionantes quanto as tramas ficcionais. Um exemplo notável é a recente revelação sobre a vida do icônico Freddie Mercury (1946-1991), que já teve sua trajetória adaptada para as telonas no filme ‘Bohemian Rhapsody’ (2018), que rendeu a Rami Malek o Oscar de Melhor Ator.

Desde maio deste ano, a notícia de que o renomado vocalista da banda Queen poderia ter uma “filha secreta” tem dominado os noticiários e gerado divisões entre os amigos e admiradores do cantor falecido. As especulações foram ampliadas com o anúncio da biografia ‘Love, Freddie: Freddie Mercury’s Secret Life and Love’, escrita por Lesley-Ann Jones, que será lançada em setembro e aborda em detalhes essa intrigante revelação.

A mulher, identificada apenas como B, afirma ser filha de Freddie e que seria fruto de um relacionamento com a esposa de um amigo próximo. Com 48 anos atualmente, B sustenta que sua existência era conhecida por pessoas próximas ao cantor. No entanto, a alegação está cercada de controvérsias, de acordo com o portal de notícias Monet.

O que dizem amigos

Anita Dobson, esposa de Brian May, guitarrista do Queen, expressou surpresa ao tomar conhecimento da suposta filha. Em entrevista ao The Mirror, ela relatou: “Eu pensei ‘O quê? Não’. E perguntei ao Brian ‘Você sabia disso?’ E ele respondeu: ‘Você acredita nisso?’”. Dobson insinuou que a história poderia ser falsa: “Se ele de fato teve uma filha, onde ela está? Apareça”.

“Podem existir muitas pessoas que tiveram filhos que nós não sabemos sobre. Mas é porque é ele. Porque ele era icônico. E o tipo de pessoa que ele era, parece inconcebível que ele teria uma filha com alguém que nós não soubéssemos a respeito”, acrescentou.

Mary Austin, uma das pessoas mais próximas de Freddie e sua ex-namorada, também se mostrou cética em relação à afirmação. Ela comentou ao Sunday Times: “Freddie era extremamente aberto, eu não consigo imaginar que ele quisesse, ou conseguisse, guardar segredo de um evento tão feliz como esse, de mim ou das pessoas próximas a ele. A verdade é que eu não sou a guardiã desse segredo. Eu nunca conheci nenhuma filha ou li nenhum diário. Se Freddie de fato tivesse uma filha que eu não soubesse sobre, isso seria chocante para mim”

Declarações de B

B, por outro lado, manifestou estar profundamente ferida com as declarações de Austin. Em uma carta escrita à mão, afirmou: “Freddie Mercury foi e é meu pai. Nós tivemos uma relação muito próxima e amável desde o momento que eu nasci e principalmente nos últimos 15 anos da vida dele. Ele me adorava e se dedicava a mim.” Alega também que o cantor deixou 17 diários cobrindo os últimos anos de sua vida, materiais que segundo Jones são fundamentais para compreender melhor a vida do artista.

A biógrafa Lesley-Ann Jones defende B e sugere que testes de DNA poderiam corroborar suas afirmações. Ela descreve seu livro como uma obra que pode mudar completamente a percepção pública sobre Freddie Mercury e seu legado. Jones afirmou: “O que eu acho é que o verdadeiro círculo próximo dele – os outros membros do Queen e a irmã de Freddie – teria n’egado se pudessem, semanas atrás, quando a história veio à tona. Mas eles não podem porque, como a filha de Freddie disse, eles sabem que é verdade.”

Jones ainda destacou que B trabalhou em colaboração com ela durante três anos sem solicitar qualquer recompensa financeira ou reconhecimento público. “Por que ela teria trabalhado comigo por três anos e meio sem nunca demandar nada? Na minha experiência com pessoas que querem se aparecer, e eu conheci algumas, elas buscam gratificação instantânea, publicidade e recompensas. Ela nunca me pediu dinheiro. Ela não quer reconhecimento”, enfatizou a escritora.

B declarou ter decidido compartilhar os diários após décadas repletas de especulações e distorções sobre sua vida e conexão com Mercury. Os escritos teriam sido iniciados em junho de 1976 e o último registrado em julho de 1991. Em uma carta que acompanha o livro, B escreveu: “Aqueles que sabiam da minha existência guardam esse grande segredo como um sinal de lealdade ao Freddie. A decisão de me revelar no meio da minha vida é minha decisão e somente minha. Eu não fui, em nenhum momento, coagida a fazer isso.”

Fonte: https://aventurasnahistoria.com.br

Foi lançado a versão de Andrea Bocelli e Brian May de Who Wants To Live Forever (Decca Records/Decca US/Mercury Studios), gravada no Teatro del Silenzio (Teatro do Silêncio) do ano passado (2024), em homenagem espetacular aos 30 anos de inspiração musical de Andrea.

Veja abaixo:

 

Fonte: www.queenonline.com

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📅 07/09 – Torresmo Fest – Guarapuava – Paraná
📅 12/09 – The Roots – Franca – São Paulo

 

Classical Queen

📅05/09 – Republic Pub – São Paulo – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅12/09 – Centro de Convenções Ulisses Guimarães – Brasília – Distrito Federal

 

Freddie Mercury Cover

📅05/09 – Cantinho do Frango Aldeota – Fortaleza – Ceará

 

Lurex

📅05/09 – Festival Aromas e Sabores da Canastra  – Vargem Bonita – Minas Gerais

📅06/09 – Clube dos 70 – Bom Sucesso – Minas Gerais

📅07/09 – Lafaiete Moto Rock – Conselheiro Lafaiete – Minas Gerais

📅07/09 – Mister Rock – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Opera Queen

📅12/09 – Teatro Sesiminas– Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Queen Of Magic

📅06/09 – UK Music Hall –Brasília – Distrito Federal

 

Queen Royal Tributo

📅06/09 – Cervejaria 77 – Penha – São Paulo – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅07/09 – Independência ou Rock – Araraquara – São Paulo

Vocalista: Ítalo Arruda

Special Queen

📅05/09 – Honey Show – Botucatu – São Paulo

📅06/09 – Festival Volta ao Mundo – Campinas – São Paulo

📅07/09 – Donna Gourmet – Guarulhos – São Paulo
📅11/09 – Bar do Juiz – São Paulo – São Paulo
📅12/09 – Cantareira Shopping – São Paulo – São Paulo

 

Thiago Millores

📅12/09 – Buldog Rock Bar – Pechincha – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas/cantores

The Struts e Sir Brian May unem forças no novo single Could Have Been Me (2025)

O single será lançado no dia 3 de setembro de 2025.

Clique aqui para pré-salvar Could Have Been Me (2025).

Dez anos após a banda britânica The Struts ter seu primeiro grande sucesso nos Estados Unidos com a versão original de seu single de estreia, Could Have Been Me, eles se juntaram ao lendário guitarrista do Queen, Brian May, em uma nova versão.

Desde a primeira nota, a guitarra inconfundível de Brian ruge dos alto-falantes, turbinando a icônica música, que já alcançou disco de platina. Com uma nova gravação explosiva da banda e vocais eletrizantes do vocalista Luke Spiller, Could Have Been Me é um clássico do rock que não só celebra uma década do The Struts, mas também antecipa um novo capítulo emocionante em sua carreira histórica.

Brian May comenta:

Trabalhar com Luke and the Struts tem sido uma jornada maravilhosa para mim. Fiquei obcecado por essa ótima música desde que me inspirei na versão original e senti uma vontade incontrolável de mexer nela! Ela carrega uma ótima mensagem positiva para jovens rebeldes de todas as idades. E, juntos, NÓS ARRASAMOS!!”.

Luke Spiller acrescenta:

Estou absolutamente em êxtase em anunciar que estamos prestes a lançar uma versão repaginada de Could Have Been Me, com a participação do meu herói, o lendário Brian May! Esta música é sobre conquistar seus sonhos e viver a vida ao máximo, independentemente dos obstáculos. É um hino poderoso que nos lembra de perseguir o que incendeia nossas almas. Colaborar com Brian nesta faixa é um sonho realizado, e mal posso esperar para que todos vocês sintam a energia e a inspiração por trás dela. Espero que esta música inspire muito mais pessoas a encarar a vida com garra e aproveitá-la profundamente! Cada dia é um presente. Vamos celebrar juntos.

O novo single será acompanhado por um vídeo com Brian May se apresentando com o The Struts.

Could Have Been Me se tornou um hino desafiador de empoderamento não apenas para os fãs do Struts, mas também iluminou playlists de rádios e casas noturnas de rock ao redor do mundo, tendo até mesmo aparecido no filme de animação de sucesso da Universal Pictures, Sing 2.

O Struts – composto pelo vocalista Luke Spiller, o guitarrista Adam Slack, o baixista Jed Elliott e o baterista Gethin Davies – lançou quatro álbuns de estúdio aclamados pela crítica e se tornou uma das bandas ao vivo imperdíveis da era moderna. Eles abriram shows de nomes como Rolling Stones, Foo Fighters, The Who e Guns N’ Roses, além de esgotarem ingressos em todo o mundo. Em colaborações anteriores, eles se juntaram a Robbie Williams, Ke$ha, Tom Morello, Def Leppard e outros.

 

Fonte: www.queenonline.com

Designs de camisetas vintage e novas, chapéus, sacolas coloridas, garrafas de água e uma nova camiseta feminina estão incluídos na nova linha de produtos da MPT… e esta é apenas a Fase 1; Há mais novos designs excelentes chegando muito em breve!

Veja alguns exemplos abaixo:

            

 

 

 

   

 

Acesse a página da Mercury Phoenix Trust e compre o seu:

Mercury Phoenix Trust | Queen | Official Store

 

Fonte: www.queenonline.com

Bohemian Rhapsody do Queen liderou a contagem regressiva do Hall of Fame Top 300 da Gold Radio mais uma vez, depois de milhares e milhares de votos dos ouvintes. Confira o que Brian disse…

 

UAU!! Mais uma vez, vocês adoráveis pessoas se lembraram de Bo Rhap com o máximo carinho !! Obrigado, ouvintes da Gold Radio!! Muito apreciado por nós!
Avante!!! 

Sir Bri 

 

 

Fonte: www.queenonline.com

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Classical Queen

📅31/08 – Festival de Inverno – Munhoz – Minas Gerais

 

Lurex

📅30/08 – Encontro de Motociclistas – Mariana – Minas Gerais

📅31/08 – Festival Sabores na Praça – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

 

Projeto Freddie Mercury

📅30/08 – Bulls Beer House – Fortaleza – Ceará

 

Queen Of Magic

📅30/08 – To Fabulous Flashback – Shopping Pier 21 – Brasília – Distrito Federal

 

 

Queen Tribute Brazil

📅30/08 – Praça Hilário Spuri Jorge – Reginópolis – São Paulo

Vocalista: Pedro Caio

Thiago Millores

📅30/08 – Biroska Clássica – Penha – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Professor de canto e intérprete de Freddie Mercury, Fabricio Fonseca se lança em carreira solo

“Rain Down” é o título do primeiro single do vocalista e já está disponível em todas as plataformas de streaming

Natural de Londrina, no Paraná, Fabricio Fonseca é um experiente vocalista e professor de canto com mais de 25 anos de carreira. Graduado em música pela renomada UEL (Universidade Estadual de Londrina), Fabricio Fonseca ainda tem pós-graduação em canto lírico e o certificado internacional “TVS Certified Instructor – The Four Pillars of Singing” pela The Vocalist Studio de Seattle, nos Estados Unidos.

Em paralelo a sua formação e atuação acadêmica, Fabricio Fonseca foi vocalista da banda Hocus Pocus com quem gravou três álbuns e fez uma turnê pela Europa em 2009. Também foi vocalista da “Onde Os Fracos Não Têm Vez”, turnê realizada ao lado do renomado baterista Aquiles Priester (Wasp, ex-Angra) onde interpretaram músicas do Iron Maiden em cerca de 20 shows por todo Brasil. Também trabalhou com o baterista no “1° Aquiles Priester Drum Fest” realizado em São Paulo no ano de 2021.

Atualmente, Fabricio Fonseca atua através de duas bandas: a Cometz que interpreta artistas variados de rock e pop internacional, e a Queen Tribute Brazil, a primeira banda tributo ao Queen do país que tem sempre agenda muito cheia, com shows por todo território nacional.

Mas Fabrício Fonseca também têm muito a dizer como compositor, e agora se lança em carreira solo autoral.
Seu primeiro lançamento é a música “Rain Down” que já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Segundo o cantor, Rain Down é uma canção sobre “deixar cair o que pesa, aceitar a chuva como parte do caminho”.
“Estou muito feliz em lançar essa minha música autoral em inglês. Rain Down é uma faixa intensa, emotiva e cheia de identidade! Mas é claro que traz influências de Queen, Muse, Alice in Chains e Radiohead”, comentou o vocalista.

Ainda segundo Fabricio, o processo de produção de “Rain Down” foi bastante diferenciado.
“Eu gravei as vozes em Londrina e o Leonardo Cacione ficou responsável pela bateria. Mandei tudo, além de algumas referências, para a Gramane Records que ficou responsável por finalizar as gravações de todos os demais instrumentos, além da mixagem e masterização. Para um músico como eu em carreira-solo e que está mais habituado a atuar com bandas cover/tributo, foi uma forma muito prática de conseguir montar um time de músicos e produtores competentes para atingir um resultado final que me deixou bastante satisfeito.”

Ouça “Rain Down” nas plataformas digitais:
Spotify: https://bit.ly/4mNy1RP
Deezer: https://bit.ly/3UGIKSe
Apple Music: https://bit.ly/3UDqFEM
Youtube: https://bit.ly/41fLwBG

Um vídeo de “Rain Down” também estreou no início deste mês de Agosto na edição #65 do programa Roadie Crew Online Festival. O videoclipe está agora disponível no canal oficial do Fabrício Fonseca no Youtube:

 

Mais Informações:
https://www.instagram.com/fabriciofonsecavoz/
www.youtube.com/@fabriciofonseca_voz

Press Release:
Eliton Tomasi – SOM DO DARMA
eliton@somdodarma.com.br
www.somdodarma.com.br
(15) 99134-3443

Informações para Imprensa:
Susi dos Santos – SOM DO DARMA
susi@somdodarma.com.br
www.somdodarma.com.br
(15) 98147-1869

Crédito Foto: Divulgação

 

Fonte: Susi

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅 23/08 – Buffet Duca e Nazareth – Montes Claros – Minas Gerais
📅 27/08 – Tivoli Shopping – Santa Bárbara d’Oeste – São Paulo
📅 29/08 – Barley’s Pub – Piracicaba – São Paulo

 

 

Classical Queen

📅23/08 – Santo Beer Fest – Mogi Guaçu – São Paulo

 

Lurex

📅23/08 – Inverno na Praça – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅24/08 – Da Orla BH – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅24/08 – Festival Rock e Arrasa – Brumadinho – Minas Gerais

 

Queen Music Tribute

📅23/08 – Shopping Metrô Santa Cruz – São Paulo – São Paulo

 

Queen Of Magic

📅23/08 – Trends Rock Bar – Setor Industrial do Gama – Gama – Brasília – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

📅23/08 – A Tuia Parada Colonial – Matão – São Paulo

Vocalista: Matheus Brum

 

Special Queen

📅 23/08 – Santo rock Bar – Santo André – Sâo Pulo
📅 24/08 – Festival Trem Bão – São José dos Campos – São Paulo
📅 29/08 – Bar da Garagem – Sorocaba – São Paulo

Thiago Millores

📅29/08 – Bar do Raoni – Grajaú – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Fonte: Instagram das bandas/cantores

 

Após quatro décadas de seu lançamento, Mr. Bad Guy permanece como um testamento da reinvenção audaciosa de Freddie Mercury, revelando-se como um diamante irregular que expõe o homem por trás do mito. Longe do peso das expectativas do Queen, o início de sua carreira solo foi seu manifesto de liberdade pessoal e artística, onde finalmente pôde explorar sem limites o pop eletrônico, a disco music e baladas de arena – territórios que seus colegas Brian May e Roger Taylor viam com desconfiança. Gravado entre 1983 e 1985, durante um intervalo da banda, o disco é um mergulho sem redes na alma de um artista exausto de ser apenas ‘o vocalista do Queen’.

 

As primeiras notas de Let’s Turn It On se mostram como um convite irônico ao êxtase, apresentando sintetizadores brilhantes e batidas dançantes, em que Mercury contrasta sua definição difícil e declara suas intenções: não quer ser o maestro operístico antes visto em Bohemian Rhapsody, mas um showman hedonista que sorri enquanto canta. Essa dualidade entre luz e sombra percorre todo o álbum – desde a balada redentora que quase batizou o disco, Made in Heaven, com versos sobre destino e memórias dolorosas, ao synthpop alegre de I Was Born to Love You, que soa como um hino ao amor despreocupado, porém carregado de uma urgência quase desesperada.

Foto do artista Freddie Mercury cantando no palco com expressão intensa, vestindo uma jaqueta brilhante cheia de franjas coloridas. Ele segura o microfone com as duas mãos e está em destaque sob a luz de palco, com o peito parcialmente exposto e cabelo penteado para trás.
Em entrevista à Rolling Stone, Mercury resume seu álbum em ‘canções de amor, coisas a ver com tristeza, tortura e dor, mas ao mesmo tempo algo frívolo e irônico’
(Foto: Steve Jennings)

O título Mr. Bad Guy não é acidental: Mercury abraça a persona de ‘vilão’ que a imprensa lhe atribuía, transformando-a num alter ego glamouroso com uma mistura de arrogância teatral e vulnerabilidade disfarçada. Na faixa-título, ele provoca uma fusão que o Queen jamais permitiria, unindo cordas épicas a um ritmo de disco. O verso “Abra suas asas e voe comigo” é tanto uma afronta quanto um convite à fuga, expondo um jogo de máscaras que revela um artista cansado de ser o ‘rosto’ de uma banda e ávido por controlar sua própria narrativa.

Musicalmente, o álbum é uma celebração da tecnologia e da contradição. Mercury substitui a guitarra do rock clássico por teclados reluzentes e orquestrações grandiosas – Man Made Paradise mostra o quão isso foi bem executado, enquanto as letras flertam com a autorreflexão. There Must Be More to Life Than This é um lamento existencial disfarçado de pop radiofônico, e Living on My Own  – futuro hit póstumo – expõe sua solidão com uma melodia dançante. A contraposição é a alma do disco: frivolidade e profundidade coexistem sem qualquer conflito, como quem ri para não chorar ou dança para não pensar.

Algumas produções hoje podem soar datadas pelos excessos de efeitos típicos dos anos 1980, como a sonoridade mal envelhecida de Foolin’ Around. Ainda assim, há momentos de genialidade atemporal, como a fusão inesperada de reggae e acordes de guitarra em My Love Is Dangerous – uma prova de que a ousadia de Freddie Mercury ainda impressiona. Além disso, o álbum serviu como um espaço para explorar sua sexualidade sem metáforas. O compositor expõe seus sentimentos bissexuais com muita clareza e reflete uma representação de seu estilo de vida queer durante o clipe de Living on My Own.

O destaque Love Me Like There’s No Tomorrow é a composição mais marcante de Mercury de todo o projeto, carregada de uma intensidade emocional que transcende o tempo. Escrita durante seu affair com a atriz Barbara Valentin, a balada sintetiza a filosofia de vida do cantor – amar como se não houvesse amanhã, numa mistura de urgência e doçura que só ele poderia criar. Os versos “Deus sabe que aprendi a bancar o homem solitário / Nunca me senti tão deprimido em toda a minha vida” revelam uma vulnerabilidade rara no artista conhecido por sua personalidade extravagante. O arranjo de piano dramático e os coros angelicais elevam a música a um patamar quase espiritual, antecipando o tom que o vocalista exploraria anos depois em The Show Must Go On.

A recepção crítica foi bastante dividida e muitos fãs estranharam a ausência do rock tradicional e, por isso, o álbum não foi um sucesso comercial estrondoso em 1985, embora tenha ganhado reconhecimento com o tempo. Mr. Bad Guy não era um desvio – era um retrato fiel de Mercury. Ele provou que sua genialidade não era dependente do Queen e, ironicamente, essa liberdade o reconectou à banda. Após Mr. Bad Guy, ele voltou ao grupo com energias renovadas para o memorável Live Aid e A Kind of Magic (1986), levando consigo a ousadia que experimentou solo.

Imagem dividida em duas partes. À esquerda, uma pintura abstrata com tons predominantes de azul, rosa e branco sobre fundo dourado, com pinceladas verticais que lembram uma arte abstrata. À direita, um ateliê desorganizado, repleto de materiais de arte empilhados em prateleiras e no chão. Há quadros inacabados, latas de tinta, pincéis e objetos variados, formando um ambiente caótico e criativo.
Pintura intitulada como Mr. Bad Guy, do artista Jack Coulter, em homenagem ao álbum cuja sinestesia ajudou a moldar sua arte

A produção é tão diversa quanto seus gostos pessoais: uma colagem de referências que iam de Michael Jackson à Liza Minnelli. Há poucos pontos fracos por trás deste trabalho, mas até esses momentos revelam algo raro: a autenticidade de um artista que não precisava agradar a ninguém. Freddie Mercury, que produziu o disco majoritariamente sozinho, optou por valorizar a emoção mais do que a perfeição técnica. Historicamente, Mr. Bad Guy foi um ato de reconhecimento. Aqui, descobrimos um novo lado de Mercury: um amante de gatos – como aparece em sua declaração para seus filhotes de estimação no encarte da obra. Ou, talvez, apenas um indivíduo comum que sofria por amores não correspondidos e que, acima de tudo, queria ser livre – mesmo que para isso precisasse de um pseudônimo próprio.

Quarenta anos depois, Mr. Bad Guy permanece como um disco self-service: dançante, melancólico, extravagante e íntimo. Pode não ser perfeito ou o melhor trabalho de Mercury, mas é honesto. E, no seu caso, honestidade era um luxo raro. O projeto esclarece a história de como o mito do rock cede espaço ao homem que, mesmo por apenas 40 minutos, ousou ser apenas Freddie – sem compromissos, sem medo. ‘Bad Guy’, no fim das contas, era só outro nome para ‘livre’.

Fonte: https://personaunesp.com.br

Em 1983, dois dos maiores guitarristas da história do rock, Brian May (Queen) e Eddie Van Halen, juntaram forças no projeto Star Fleet Project, um mini-álbum que misturava hard rock, jam sessions e experimentalismo. O disco foi dedicado a Eric Clapton, lenda do blues britânico — mas a homenagem não foi bem recebida.

Em entrevista à revista Musician em 1986, Clapton não poupou palavras ao descrever sua reação ao disco. “Um dos lados era uma coisa meio fusion — bem interessante, ótimo de ouvir — e o outro lado era uma jam de blues”, disse ele. “Foi tão horrível. E eles dedicaram aquilo a mim. Me mandaram uma cópia, e eu coloquei pra tocar esperando algo… e, sabe, eu me senti quase insultado por eles terem me mandado aquilo.”

Clapton, que sempre foi seletivo com os rumos do rock pesado, não via Van Halen como um verdadeiro seguidor de sua escola de guitarra. Apesar de reconhecer a técnica, ele criticou a falta de intencionalidade nas notas: “Se ele era tão afinado comigo e perdeu esse ponto, então perdeu tudo. É loucura ter aprendido tanto de mim. Ele podia simplesmente estar ciente do que eu fazia e dizer: ‘Ah, isso é um pouco como Buddy Guy’ ou ‘isso lembra fulano’. Colocar em perspectiva. Ficar obcecado por uma pessoa só…”

Apesar do ataque, Brian May não respondeu negativamente em público. Pelo contrário, demonstrou respeito em entrevista resgatada pela Far Out Magazine: “É um dos grandes privilégios do sucesso — você passa a interagir com seus heróis. Trabalhar com alguém como o Eric Clapton, que é totalmente meu herói… Esses momentos nunca te deixam.”

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📅 16/08 – Clay Highway – Curitiba – Paraná
📅 17/08 – Torresmo Fest – S.J. dos Pinhais – Paraná
📅 21/08 – Festival de Inverno – Alfenas – Minas Gerais
📅 22/08 – Churrascaria Empório –  Jarnaúba- Minas Gerais
📅 23/08 – Buffet Duca e Nazareth – Montes Claros – Minas Gerais

 

 

Classical Queen

📅16/08 – Easy Rider Clube AABB – Limeira – São Paulo

📅23/08 – Santo Beer Fest – Mogi Guaçu – São Paulo

 

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅16/08 – Teatro UP Experience – Curitiba – Paraná

 

 

Freddie Mercury Cover

📅16/08 – Parna Rock – Downtown Pub – Recife – Pernambuco

 

 

Lurex

📅16/08 – Encontro de Motociclistas – Ponte Nova – Minas Gerais

📅17/08 – Festival FIGA – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅17/08 – Sabores da Praça – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅18/08 – Iron Rock – Contagem – Minas Gerais

 

 

Queen Of Magic

📅16/08 – Moto Cristal – Praça Cordelino Lopes – Cristalina – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

📅16/08 – Clube Ítalo Brasileiro – São Carlos – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

 

Special Queen

📅16/08 – Festival Volta ao Mundo – Jaguariúna – São Paulo

 

Thiago Millores

📅22/08 – Conexão Rio – Parque Rita Lee – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas/cantores

Mais uma playlist disponível: Rock ‘n’ Roll.

Minha voz soa um pouco como a do Elvis Presley em ‘Crazy Little Thing Called Love’. Não era algo que eu estivesse tentando fazer, naturalmente, foi pura coincidência. É tudo cantado bem baixo, então logo você chega perto do Elvis, especialmente com uma música tão típica dos anos 50. Freddie Mercury

 

Queen – Rock N Roll

 

veja as outras playlists lançadas aqui:

Compilações oficiais do Queen

‘Se o Freddie tivesse realmente tido uma filha, seria surpreendente para mim’, afirmou Mary Austin

A ex-namorada, melhor amiga e herdeira oficial do músico Freddie Mercury (1946-1991) tornou pública sua incredulidade em relação à existência de uma filha secreta do artista. Hoje aos 74 anos, Mary Austin expôs ao jornal britânico The Times suas dúvidas em relação à mulher que diz ser a filha do vocalista do Queen.

Mary Austin namorou com Freddie Mercury entre 1969 e o fim dos anos 1970. Após o término, eles seguiram próximos. Ela esteve ao lado dele durante seus últimos anos de vida, tendo sido a principal beneficiária da herança do cantor. O hit ‘Love of My Life’ (‘amor da minha vida’, em tradução livre) foi inclusive dedicado pelo músico a Austin.

Quando mercury morreu, Mary Austin ficou com uma fortuna estimada em £187,5 milhões (R$ 1,4 bilhão), além da maior parte dos bens pessoais do músico e uma mansão de 28 quartos na Inglaterra.

A mulher que diz ser a filha secreta de Mercury tem 48 anos. Ela ainda não revelou sua identidade e tem se identificado apenas como “B”. No próximo mês de setembro ela terá sua história apresentada no livro ‘Love, Freddie: Freddie Mercury’s Secret Life and Love’ (‘Com Amor, Freddie: A Vida e o Amor Secreto de Freddie Mercury’, em tradução livre), obra da escritora Lesley-Ann Jones.

“B” diz ser o fruto de um affair de Mercury com a esposa de um amigo. Ela alega que apenas pessoas extremamente próximas ao músico, incluindo seus colegas de banda, sabiam de sua existência. Ela também diz ter 17 cartas escritas à mão pelo músico, entregues pouco antes dele morrer em 1991.

Mary Austin disse na entrevista ao The Times sobre o relato de “B”: “O Freddie tinha uma abertura imensa, não consigo imaginar que ele teria optado ou seria capaz de manter algo tão glorioso em segredo, seja de mim ou de outras pessoas mais próximas dele”.

la ainda afirmou: “A verdade é que eu simplesmente não sou guardiã desse segredo. Nunca soube de nenhuma filha ou de nenhum diário secreto. Se o Freddie tivesse realmente tido uma filha sem eu saber de nada sobre isso, seria surpreendente para mim”.

Austin depois insistiu: “Isso [a existência da filha] teria trazido uma alegria imensa para o Freddie, e para todos que se importavam com ele — incluindo os pais de Freddie. Acredito que eles a teriam acolhido com todo o amor em seus corações. Mas não me lembro de Freddie nunca ter falado sobre criar uma família”.

Muito da relação entre Freddie Mercury e Mary Austin foi retratado no filme ‘Bohemian Rhapsody’ (2018), no qual Rami Malek deu vida ao artista e a namorada dele foi interpretada por Lucy Boynton.

Ela relatou que tinha cerca de 15 anos quando Mercury morreu em 1991: “Após sua morte, tive que aprender a conviver com os ataques contra ele, com as deturpações sobre ele e com a sensação de que meu pai agora pertencia a todos”.

“B” ainda afirmou: “Chorei e lamentei a morte do meu pai, enquanto fãs de todo o mundo lamentavam Freddie. Quando você tem 15 anos, isso não é fácil. Tive que me tornar adulta sem ele e viver todos os momentos e eventos marcantes sem o seu apoio”.

Ela concluiu dizendo: “Por 30 anos, tive que construir minha vida e minha família sem ele e aceitar que ele não estaria presente para compartilhar os momentos felizes conosco. Por 30 anos, enquanto o resto do mundo reinterpretava a vida de Mercury, sua música e tudo o que ele tinha sido, eu precisava ter meu pai apenas para mim e para minha família. Como eu poderia ter falado antes?”.

Fonte: https://revistamonet.globo.com