Amizade do fã Michael Jackson com Freddie

Enviada por: Administrador
Data: 27/06/2009 19:48:21
Postado em: Queen News

A revista Rolling Stone publicou um pouco da história de Michael e nela podemos ver Michael como fã do Freddie e a amizade entre os dois. Citação do fragmento que relata:

“Vim ver um amigo”, avisa Michael, que tenta se esquivar educadamente de uma moça equipada com parafernália de vídeo de última geração. Ela bloqueia o corredor que conduz ao labirinto de camarins embaixo do L.A. Forum. “Posso dizer para meus telespectadores que Michael Jackson é fã do Queen?” “Sou fã de Freddie Mercury”, ele dispara, passando por ela e entrando em uma sala comprida cheia com integrantes do Queen, esposas, roadies e amigos. Um homem corpulento com aparência de zagueiro de futebol americano está ajudando o vocalista Freddie Mercury a fazer exercícios de alongamento que levarão seus músculos desgastados pela estrada a agüentar o último show da turnê mais recente pelos Estados Unidos. A banda está animada. Michael está acanhado, fica parado quietinho à porta até que Freddie o avista, levanta de um salto e o prende em um abraço. Freddie convidou Michael. Passou a semana toda ligando, principalmente para falar sobre a possibilidade de trabalharem juntos. E eles resolveram experimentar essa parceria no próximo álbum dos Jacksons. Apesar de não terem muita coisa em comum – Freddie comemorou um aniversário recente pendurando-se pelado em um lustre -, os dois ficaram amigos desde que Michael ouviu o material que o Queen tinha gravado para The Game e insistiu para que o single fosse “Another One Bites the Dust”.

“Agora ele me escuta, certo, Freddie?”

“Certo, irmãozinho.”

O zagueiro acena. Freddie faz um movimento com o cigarro na direção das travessas de frutas, aves e doces. “Você e os seus amigos podem ficar à vontade.” Nosso acompanhante, um guarda-costas de rosto gentil e punhos enormes, consulta a segurança para saber sobre a localização dos assentos. No momento, o papo todo gira em volta do show business. De fofoca, para ser mais específico. Michael está questionando um dançarino que conhece a respeito da crise recente de um superastro. Ele quer saber qual é o problema. A resposta do dançarino vem em forma de mímica, com o dedo colocado na lateral do nariz. Michael reconhece que vai atrás desse tipo de fofoca. “Sempre quero saber o que faz bons artistas desmoronarem”, ele diz. “Sempre tento descobrir. Porque simplesmente não consigo acreditar que é a mesma coisa que os pega uma vez depois da outra.” Até agora, seus próprios vícios – o palco, a dança, os desenhos animados – estão livres de toxinas.

Algo está agindo sobre Michael Jackson agora, mas não é nenhuma substância química. Ele se agita como uma abelha presa dentro de um pote de geléia. É a sala em que estamos, ele explica. Tantas vezes já exercitou e aqueceu as cordas vocais aqui mesmo, enlouqueceu neste lugar, tremendo como algum cavalo de corrida pronto para disparar pela pista ao entrar em sua roupa coberta de lantejoulas. “Não agüento isto aqui”, ele praticamente grita. “Não consigo ficar parado.” Logo, precisa ser segurado, para seu próprio bem. Randy Jackson dispara para dentro da sala, segura o irmão com um abraço de urso e o ajuda a dissipar um pouco da energia com uma espécie de luta. Esta não é a mesma criatura que tentou se esconder atrás de uma batatinha. Agora Michael está lutando boxe com o guarda-costas, perguntando a cada minuto que horas são, até que o homem, misericordioso, bate a mão grande no ombro de seu protegido e solta um “Vamos lá”.

Freddie Mercury e companhia já começaram a se deslocar pelo corredor estreito. Antes que alguém possa segurá-lo, Michael sai atrás deles, esbaldando-se no rugido grave do público lá fora, dando pulinhos para dar uma olhada em Freddie, que ergue o punho e se prepara para subir a escada que leva ao palco. “Aaaah, Freddie está com tudo”, orgulha-se Michael. “Tenho inveja dele neste momento. Você nem sabe o quanto.” O restante da banda sobe a escada e a cortina preta do palco se fecha. Michael dá meia-volta e se deixa ser conduzido para a escuridão da arena
Fonte: www.rollingstone.com.br




5 comentários:

  1. Engraçado como o disco que é considerado o ovelha negra de um grupo de rock tem similariedades com o disco que mais vendeu na história. E a mídia nem cita isso, essa amizade entre Michael e Freddie bem no auge da carreira do Michael, essa troca de experiência que os dois tinham. A mídia so publica o que é interessante para ela, não para a história da música.

  2. R0GERI0 em 30/06/2009 às 7:26
  3. A mídia parece ter pulado o fato de que o Freddie foi amigo do Michael durante algum tempo.Em todas reportagens que vi nenhuma cita essa ligação entre eles, a influência do Freddie e Queen na concepção de Thriller e td mais… deveriam dizer, pois o Queen foi fundamental nesse aspecto.

  4. Adrianats em 29/06/2009 às 15:25
  5. A mídia parece ter pulado o fato de que o Freddie foi amigo do Michael durante algum tempo.Em todas reportagens que vi nenhuma cita essa ligação entre eles, a influência do Freddie e Queen na concepção de Thriller e td mais… deveriam dizer, pois o Queen foi fundamental nesse aspecto.

  6. Adrianats em 29/06/2009 às 15:19
  7. Será que não vamos ter a oportunidade de conferir as músicas que esses dois gênios criativos fizeram juntos?!

  8. monicatravassos em 29/06/2009 às 11:09
  9. OS MELHORES SE GOSTAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!——————————————————————————————————————Freddie e Jackson: OnlyTheGoodDieYoung!!!!!!!!!!!

  10. queenpaulo em 27/06/2009 às 16:54

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