“A diferença do nosso show antigo para o atual é que agora tocamos melhor”, diz

Enviada por: Administrador
Data: 25/11/2008 21:45:08
Postado em: Queen News

Em 1985, o Queen pisava pela segunda e última vez no Brasil para tocar no Rock In Rio. Agora, 23 anos depois, metade da banda está de volta com outro vocalista e uma nova turnê. Brian May, Roger Taylor e o ex-Free Paul Rodgers, agregado ao nome do grupo, falaram com a imprensa nesta terça-feira (25), em São Paulo, sobre a nova fase e os shows que farão esta semana no país.

Queen + Paul Rodgers se apresenta nesta quarta (26) e quinta-feira (27) em São Paulo, no Via Funchal, e encerra sua passagem pelo Brasil no dia 29 no Rio de Janeiro, no HSBC Arena. A nova turnê faz parte do lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, que marca a volta do grupo aos estúdios depois de 13 anos e sem o vocalista Freddie Mercury, que morreu em 1991.

Para Brian May, guitarrista desde a formação original, a principal diferença entre a apresentação de 1985 e a atual é que agora eles tocam melhor. “Nosso show está completo. É longo, mas o tempo voa”, completa o baterista Roger. Com “longo”, ele refere-se ao setlist que a banda tem apresentado na nova turnê: são mais de 30 músicas, entre solos de baixo, guitarra e bateria.

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Prometem que os hits estão todos lá: “I Want To Break Free”, “Radio Ga Ga”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. O repertório de Queen + Paul Rodgers divide espaço com as novas composições assinadas ao lado de Rodgers, como “C-Lebrity”, “We Believe” e a faixa que dá título à turnê, “The Cosmos Rockin’”.

Segundo o trio, há momentos guardados para os velhos fãs, como a presença de Freddie Mercury num telão. “E temos o maior telão de LCD do mundo”, brinca Rodgers.

Sem o baixista original John Deacon, no palco o trio conta com Danny Miranda, ex-Blue Öyster Cult. Sobre a saída de Deacon e o que ele estaria achando da volta do Queen, Roger brinca: “ele desapareceu. Também gostaríamos de saber sua opinião”. Brian ri e, com um ar mais sério, completa: “temos que respeitar sua decisão”.

Com uma nova formação, o Queen abre as portas também para uma nova geração de fãs. Brian conta que fica deslumbrado com a platéia que tem aparecido nos shows. “São pessoas mais jovens. É fantástico! Na Alemanha é que ainda temos fãs mais velhos, mas na maioria dos lugares vão pessoas mais novas”.

“Nós queríamos chamar Beatles”
A pergunta que sempre surge no ar por onde quer que estejam Brian, Roger e Paul é: por que voltar a usar o nome Queen? De tanto ser questionado, Paul já leva na brincadeira: “vocês têm alguma sugestão de nome? Nós queríamos chamar Beatles, mas acho que não deixariam”.

Para Brian, que passou a metade de sua vida com o nome Queen, seria estúpido usar outro nome. “Não faria sentido fingir que não temos um passado porque são os mesmos integrantes fazendo a mesma música”.

Sem querer briga com os fãs mais xiitas, Paul faz questão de afirmar que não está substituindo ninguém. “Eu me juntei a eles, estou agregado. Por isso nos chamamos Queen + Paul Rodgers”.

A química é tão grande que, entre si, não poupam elogios. “Foi um desafio para mim porque Brian e Roger são músicos excepcionais”, diz Paul, sentado entre os músicos. “Paul foi ideal. Ele não tenta ser Freddie Mercury, além de ter sido um dos cantores preferidos dele [Freddie]“, lembra Roger.

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Da Redação

QUEEN + PAUL RODGERS
Quando: 26 e 27/11 em São Paulo
Onde: Arena Via Funchal (rua Funchal, 65, Vila Olímpia)
Preços: de R$ 270 a R$ 900
Informações: www.viafunchal.com.br

Quando: 29/11 no Rio de Janeiro
Onde: goo (avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Preços: de R$ 120 a R$ 500
Informações: www.hsbcarena.com.br





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