Gravadora inglesa vive tempo difíceis, enfrentando crise financeira e processos de artistas

A crise vivida pela indústria fonográfica desde o surgimento do mp3, no fim dos anos 1990, afetou diretamente o modo como consumimos o produto música. Se antes as grandes gravadoras monopolizavam o mercado, impondo preços e formatos a seus clientes, hoje a internet democratizou o acesso à música, criando um acervo imenso de álbuns na rede mundial de computadores. Esse livre acesso à música via internet causou uma verdadeira reviravolta nas pretensões das grandes gravadoras, especialmente da gigante inglesa EMI, uma das maiores distribuidoras de música do mundo.

A EMI viveu 50 anos de lucros exorbitantes, tendo em seu catálogo bandas como: Beatles, Queen, Iron Maiden, Pink Floyd, entre outros. Mesmo assinando contratos milionários com os melhores artistas britânicos e de todo o mundo, a gravadora não conseguiu manter os mesmos números com mais uma transição de formato musical. Se na passagem do vínil para o CD, as vendagens de discos aumentaram, com a incorporação da música em formato digital e sem valor algum na internet, a quantidade de CDs comercializados diminuiu drasticamente nos últimos anos.

O capítulo mais recente desta história indica um caminho preocupante para a EMI. O The Wall Street Journal divulgou em seu site oficial que a EMI teria feito um acordo para liberar todo seu acervo na América do Norte em troca de US$ 150 milhões por ano. O acordo beneficiaria diretamente grandes concorrentes da EMI, como: Warner, Universal e Sony.

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Fonte: www.obaoba.com.br
Enviado por: Emanuella Gømes

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