Musical Rock In Rio relembra Queen e Freddie Mercury

Enviada por: Alexandre Portela
Data: 17/12/2012 21:11:21
Postado em: Queen Outros

Rock in Rio — O Musical, que marca a abertura da Cidade das Artes, transpõe para o palco a atmosfera do megaevento e enfileira sucessos que atravessam gerações

A ideia de montá-lo partiu do próprio Medina, que contatou a dupla no início do ano passado. Na visão dos produtores, o público será brindado com um repertório eclético (veja o quadro ao lado), que vai da “poeeeeira” de Ivete Sangalo a sucessos de James Taylor, Queen e Guns N’Roses. “Em um musical, normalmente as pessoas conhecem uma ou duas canções”, comenta Calainho. “Nesse, o público vai se identificar do início ao fim, com um desfile de hits.”

Transpor um festival de dimensões gigantescas para um palco entre quatro paredes, mantendo-se fiel ao espírito original, é por si só um desafio. Marca carioca que se tornou internacional, o Rock in Rio já foi visto por mais de 6 milhões de espectadores em suas doze edições, sendo quatro por aqui (1985, 1991, 2001 e 2011), cinco em Portugal e três na Espanha. Ao todo, quase 1 000 artistas já se exibiram no evento. Para conceber sua versão teatral, os produtores mergulharam nesse universo, pesquisando vídeos e publicações variadas. Desde o início o objetivo foi desenvolver um enredo que não tivesse o compromisso literal com a experiência vivida por Roberto Medina, mentor do festival há 27 anos. Assim, o autor do texto, Rodrigo Nogueira, encontrou a fórmula ideal na mescla de uma trama de ficção amparada em fatos verídicos. Há menções, por exemplo, ao momento político do país em 1985, na transição do governo militar para a democracia, à profecia de Nostradamus que alertaria para uma tragédia num encontro de jovens na América do Sul e ao faniquito dado pelo cantor Freddie Mercury (1946-1991), que antes de encarar o público exigiu uma garrafa de saquê a exatamente 20 graus. No palco, não faltarão nem mesmo atores encarnando astros do megashow, como Nina Hagen, Elton John e Cazuza. “A história toda é incrível, mas optamos por levar para o palco o seu conceito, que é o poder da música de transformar o mundo”, explica Fonseca.

 

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Fonte: http://vejario.abril.com.br
Dica de: Roberto Mercury





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