Queen em lista de 10 videoclipes censurados

Enviada por: Alexandre Portela
Data: 13/05/2013 17:21:58
Postado em: QN Tube, Top Chart

Antes do YouTube, existia a MTV. Mas antes de tudo, existia a censura. Foi o que aconteceu nesta semana com o novo clipe de David Bowie, “The Next Day”.

O videoclipe é lindo e esperto, conta com participação dos atores Marion Cotillard e Gary Oldman, usa imagens religiosas e significações polêmicas.

Resultado: “The Next Day” foi censurado pelo YouTube, que voltou atrás pouco horas depois.

Bowie, no entanto, não está sozinho nessa. Madonna, Duran Duran, MIA, Michael Jackson, Nine Inch Nails, Rammestein, Marilyn Manson, Erykah Badu e Björk, por exemplo, já sofreram disso.

Confira 10 videoclipes censurados depois do pulo!

Madonna – “Justify My Love”: o clipe de 1990 foi censurado pela MTV americana por motivos de: cenas de bissexualidade, sadomasoquismo, androginia, além de atos sexuais explícitos. Dá pra dizer que Madonna é rainha do pop e também da censura? Por causa da censura na TV (e como não tinha Youtube na época), a cantora resolveu vender um VHS nos supermercados e bancas só com o clipe, na íntegra, por um preço que não chegava a dois dólares. Sim, foi sucesso de vendas.

Além de “Justify My Love”, outros videoclipes da cantora que enfrentaram problemas foram: “What it Feels Like For a Girl”, “American Life”, “Erotica” e até “Sorry”, que teve algumas partes retiradas da versão “limpa”.

Marilyn Manson – “(s)AINT”: receitinha simples para a censura certa – com cenas de masturbação e cheirando cocaína em cima da Bíblia! Hahaha! A direção artística fodástica da italiana Asia Argento foi censurada lindamente por todo mundo: da TV à gravadora, que não achou a ousadia de Marilyn tão legal.

Björk – “Pagan Poetry”: aqui temos Björk com mutilação na pele, pagando peitinho e em cenas de sexo distorcidas. Tudo a ver com o tema da música, mas nada legal para a TV no início dos anos 2000.

Duran Duran – “Girls on Film”: em 1981, o Duran Duran colocou mulheres para lutarem na lama sensualmente, inclusive, mais para o final, tirando a roupa e exibindo os seios. MTV não curtiu e pediu pra cortar tudo. O clipe foi censurado, claro.

Queen – “Body Language”: lançado em 1982, o videoclipe da música do disco “Hot Space” tinha Freddie Mercury gemendo e corpos seminus. Resultado: censura!

MIA – “Born Free”: em 2010, a cantora britânica lançou um videoclipe para criticar o abuso da força militar em locais de guerra. Ele mostra cenas de violência chocantes, sexo e drogas. “Born Free” foi banido do YouTube dos Estados Unidos e Reino Unido.

Nine Inch Nails – “Closer”: é um clipe feito para chocar. E acredite: a versão original, com cerca de dois minutos a mais que a de cima, é bem, mas bem mais pesada. Censura na certa pra Trent Reznor e companhia!

Erykah Badu – Window Seat: em 2010, a incrível Erykah Badu fez um clipe com a seguinte história. Ela anda pelas ruas, começa a tirar as peças de roupa, fica totalmente nua e finge levar um tiro no mesmo local em que o ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, foi assassinado. Qual a dúvida da censura? Para ser exibido, o clipe precisou ser reeditado completamente.

Michael Jackson – “Black and White”: em 1991, MJ lançou um de seus videoclipes mais lembrados e uma de suas músicas mais legais. O clipe, no entanto, foi censurado porque, ao final, mostra cenas de violência e vandalismo, com MJ quebrando carros, vitrines e tudo mais que vinha pela frente. Na época, o cantor precisou retirar o clipe do ar, lançar uma versão censurada e ainda teve de pedir desculpas para o público.

Rammstein – Pussy: em 2009, a banda alemã pegou pesado naquele que provavelmente é o principal motivo de censura na história: sexo. Não é uma ou duas ou três cenas de sexo. É praticamente um pornô mais do que explícito para ilustrar a letra que diz: “você tem uma vagina, eu tenho um pênis, vamos fazer a Terra tremer”. Para você ter uma ideia, o videoclipe, hoje, é encontrado na íntegra e sem censura em sites de pornografia na internet e só! Hahahaha!

 

Fonte: www.tribunahoje.com





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