Resenha show da banda cover Killer Queen: “Killer Queen surpreendeu em noite no Manhattan”

Enviada por: Alexandre Portela
Data: 12/06/2013 23:01:37
Postado em: Queen Outros

Por Fernando Barros, do Blog de Primeira


Killer Queen surpreendeu em noite no Manhattan

O show até era de banda cover. Mas o que o Killer Queen trouxe para o Manhattan no último sábado (8) parece ser o mais próximo que se pode chegar da lendária banda inglesa Queen.

Antes mesmo de o grupo adentrar o palco do local, o já tradicional show dos Garçons Cantores do Manhattan aquecia o público, mandando músicas como “How can I go on’, da carreira solo de Freddie Mercury.

O apogeu veio mesmo com a entrada do Killer Queen. A abertura com “One vision” já dava o recado: os grandes sucessos seriam lembrados, sem esquecer todas as (muitas) fases da banda. E assim seguiu-se com uma versão mais acelerada de “We will rock you” e com ‘Another one bites the dust,’que, com sua levada dançante fez os, até então tímidos, presentes levantaram-se da mesa e agitar junto com a banda.

O cantor até se vestiu de mulher para entrar no clima (Foto: Cortesia)

O cantor até se vestiu de mulher para entrar no clima (Foto: Cortesia)

O clima intimista do local proporcionou uma interação calorosa entre público e banda. Parecia mais uma festa de amigos do que uma apresentação cover. Ítalo Arruda, o Freddie Mercury tupiniquim, foi um show à parte. Não só cantava com maestria os clássicos do Queen, como também reproduzia, com perfeita fidelidade, todos os afetados trejeitos e roupas do vocalista falecido vocalista. Até de mulher o cantor se vestiu. Tudo para recriar a aura festeira e transgressora de “I want to break free”.

A apresentação não deixou o público respirar por pouco mais de duas horas. “Bohemian rhapsody” era uma das mais esperadas e foi cantada em uníssono. O mesmo aconteceu com “Under pressure”, a romântica ‘Love of my life’, a empolgante ‘Don’t stop me now’, a relaxante “Friends will be friends” (que celebrava o clima amistoso do show) e a emocionante “We are the champions”, entre os outros inúmeros clássicos. No bis, “I was born to love you” garantiu o encerramento festivo. E assegurou que o sucesso e a aprovação do Killer Queen não são obra do acaso.

 

Fonte: www.folhape.com.br
Dica de: Roberto Mercury





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