Freddie Mercury foi um grande cantor e compositor, mas não um gênio…

Enviada por: Alexandre Portela
Data: 08/09/2011 15:26:20
Postado em: Queen Outros

Por Regis Tadeu | Colunista yahoo

É engraçado como a morte faz com que certos artistas sejam elevados à categoria de semidivindades, não?  Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin, Kurt Cobain e, mais recentemente, Amy Winehouse… Todos eles receberam, pós-morte, um status de mitificação que não corresponde ao que produziam nos períodos que antecederam seus respectivos falecimentos. Todos receberam uma áurea de santidade que não correspondia ao que eram realmente como pessoas…

Freddie Mercury foi mais uma vítima desta “babação de ovo” por parte da mídia e do próprio público. No período que se sucedeu à sua morte, o cara foi alçado a uma posição quase mitológica por pessoas que, em sua imensa maioria, conheciam apenas meia dúzia de hits do Queen e só tinham visto o cara e a banda pela TV.

Ele foi um grande cantor? Sem dúvida alguma. Um dos melhores que o rock e, porque não dizer, a música em geral já viu e ouviu. Os cinco primeiros discos do Queen comprovam isto, fato este abordado em um texto que escrevi há alguns meses.

Foi um grande compositor? Sim, ele foi, mas não o gênio que todos apregoam. Afinal de contas, Mercury tinha ao seu lado três músicos talentosíssimos, dois deles sendo compositores tão bons quanto ele – o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May. Este trio, mais o tranquilo e competente baixista John Deacon, formaram um dos grupos mais criativos da história da música.

O problema é que este processo de endeusamento de um determinado artista quando ele morre costuma varrer para baixo do tapete da História as grandes mancadas, os defeitos de caráter, as canções ruins e os momentos constrangedores que tal artista brindou ao mundo. Hoje, quando todos tecem loas e elogios – justos, diga-se de passagem – ao vocalista do Queen, que estaria completando 65 anos se estivesse vivo, é preciso lembrar que seu endeusamento é injustificado e até mesmo injusto em relação seus companheiros de banda.  Afinal de contas, sempre que Mercury se aventurou a ficar longe de Taylor, May e Deacon, tudo o que ele fez foi criar inúmeros momentos de “vergonha alheia musical”.

Ah, você pensa que sou um cara insensível e quer provas disto? Ok…

Como é possível esquecer o terrível e cafonérrimo dueto que Mercury fez com a cantora lírica Montserrat Caballé na pavorosa “How Can I Go On”? E quando tentou embarcar em uma carreira solo por meio do patético disco Mr. Bad Guy, com canções terríveis como “Living on My Own”, “My Love is Dangerous” e “Man Made Paradise”? Isto ninguém lembra ou finge não lembrar na hora da “babação de ovo”, né?

Mesmo durante seus tempos de Queen, Mercury fez discos abomináveis – como Hot Space e The Miracle, com canções inacreditavelmente ridículas, como “I Was Born to Love You”, “Las Palabras de Amor”, “Back Chat”, “Calling All Girls”, “Scandal” e outras porcarias inomináveis.  Nem vou escrever a respeito do assassinato que ele cometeu ao regravar a clássica canção do The Platters, “Great Pretender”, porque aí já é covardia.

O intuito deste artigo não é denegrir a imagem e o bom trabalho que Mercury fez com o Queen até o disco The Game, mas sim lembrar as pessoas que tentam transformá-lo em mito que seu falecido ídolo tem “pés de barro”…


Fonte: http://colunistas.yahoo.net/posts/13338.html
Dica de: Roberto Mercury




53 comentários:

  1. Esse guitarrista é um idiota. Vamos combinar que o tal do Adam Lambert foi escolhido por ser um "garoto", um jovem que tem o rosto de príncipe, e poder ser manipulado. Claro, nada mais prático do que escolher um boneco de porcelana, pagar menos do que outros mais experientes e o principal, fazer do Lambert um bobo da corte e faturar muito. Claro, que existem "n" vocalistas quase pagando pra isso, O cara morreu, acabou Queen, não rola essa de fazer shows. É apelação. Mas, podemos rir dele no Rock in Rio, com pau de selfie….ridículo. Bom, se bem que o Frejat de terninho de tafetá furta cor….kkkk, deu pra rir muito também. Enfim, os jovens gostam e aprovam, porque não participaram dos momentos autênticos. Em 1985, mesmo nos dias que choveu e quase fomos engolidos pela lama do lugar escolhido pelo Medina, podemos dizer que fomos privilegiados. É super válido Rock in Rio XI ou Rock in Rio em Lisboa e outros lugares….Surreal!

  2. Nina em 31/05/2017 às 6:07
  3. Acho q esse cara só ouve Chimbinha…

  4. Marcos em 18/11/2015 às 9:47
  5. Esse cara ta louco….falar mal do The Miracle….Scandal…
    Genio não é um cara que não tem defeitos…Genio é uma cara com grande capacidade mental e criatividade naquilo que faz ou se dedica…

  6. Fernando Tassara em 18/11/2015 às 8:35
  7. Quando ele seja conhecido no mundo tanto como Freddie, tal vez possa falar. Mais eu acho isso não vai acontecer nem que ele viva mil vidas! Boludo!

  8. Mary em 18/11/2015 às 0:07
  9. A pergunta é: Quem é Régis Tadeu? O que esse cidadão contribuiu a musica pra tá colocando defeito no trabalho dos outros? BABACA!

  10. Lilian Mercury em 25/06/2015 às 8:50
  11. Pura inveja e recalque!!!!!

  12. Adriana Joaquim em 16/06/2015 às 18:48
  13. O show que esse cidadão protagonizou em budapeste na hungria em 1986, mostra a qualidade e potência vocal como nenhum outro cantor consegue despertar a admiração de quem gosta de uma boa música.

  14. Genésio Neto em 28/05/2015 às 20:59

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